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Bloco de Esquerda critica declarações de Costa sobre professores

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Catarina Martins diz que há "similitude" entre o que Costa disse no domingo e o que Passos disse em 2011. Já o deputado Jorge Costa diz que desemprego devido a alteração demográfica é "uma falsidade".

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AFP/Getty Images

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Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda, considera que o “argumento demográfico” dado por António Costa para a emigração dos professores cria uma “similitude” com o que foi dito por Passos Coelho em 2011. Mais, o partido alega ainda que se baseia numa “falsidade”.

Manter-se o uso do argumento demográfico faz uma similitude que preferíamos que não acontecesse e espero bem que o senhor primeiro-ministro vá consultar os números sobre a redução de número de alunos e professores“, frisou Catarina Martins, que falava aos jornalistas em Lisboa à margem de uma audição pública sobre assédio no local de trabalho.

Para a bloquista, o “maior erro” no que se refere aos docentes sem trabalho e às palavras sobre os mesmos é “tentar juntar o problema demográfico ao problema do crescente desemprego de professores”. “Esse é um argumento que não colhe com a realidade: nos últimos anos o número de alunos em Portugal desceu 6% e o número de professores em Portugal desceu 20%. Por isso, o desemprego dos professores não é uma questão demográfica mas é sim resultado de uma escolha política”, adverte a porta-voz do BE.

Também Jorge Costa, deputado e dirigente bloquista, comentou as declarações do primeiro-ministro, usando o seu perfil de Facebook para se exprimir. “O primeiro-ministro diz que o ensino da língua portuguesa nas escolas francesas “é uma oportunidade de trabalho para muitos professores de português que, por via das alterações demográficas, não têm trabalho em Portugal”. A frase é infeliz por vários motivos, mas o principal é que se baseia numa falsidade. Entre 2008 e 2014, o número de alunos do pré-escolar, básico e secundário caiu 6%; no mesmo período, o número de professores nesses escalões caiu 20%. O desemprego docente é fruto de alterações políticas e não de ‘alterações demográficas'”, considerou o deputado.

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