Dez por cento dos doentes encaminhados para consultas hospitalares já exerceram o livre acesso, optando por outro hospital diferente do da sua área de residência, segundo dados oficiais dos primeiros quinze dias de alargamento desta medida.

“Cerca de 10% dos utentes já tinham optado por serem referenciados para um hospital diferente para onde anteriormente seriam direcionados”, afirmou o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, durante o no I Fórum dos Hospitais “Os Hospitais – Reforma do Serviço Nacional de Saúde”.

O ministro recordou que o livre acesso se iniciou em maio em algumas unidades dos cuidados de saúde primárias e em junho começou a abranger todas as unidades.

Até aqui, os utentes eram encaminhados diretamente para consulta para o hospital de referência da sua área de residência.

Com o livre acesso, quem aguarda primeira consulta de especialidade hospitalar pode, em articulação com o médico de família responsável pelo encaminhamento, optar por qualquer uma das unidades hospitalares do SNS onde exista a especialidade em causa.