Marcelo Rebelo de Sousa

Durão Barroso atingiu “o topo da vida empresarial”

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Desafiado a comentar a contratação de Durão Barroso para Goldman Sachs International (GSI), Marcelo Rebelo de Sousa disse gostar de ver "portugueses reconhecidos em lugar cimeiros".

"O topo da vida empresarial tem muito mérito, como tem o atingir o topo na ciência, na universidade, na cultura, nas artes"

JOSÉ COELHO/LUSA

O Presidente da República já reagiu à nomeação de Durão Barroso para presidente não-executivo da Goldman Sachs International (GSI). Marcelo Rebelo de Sousa considera que o ex-primeiro-ministro atingiu “o topo da vida empresarial” e que é bom “ver portugueses reconhecidos em lugar cimeiros”.

“No caso do doutor Durão Barroso, trata-se de atingir o topo da vida empresarial. E o topo da vida empresarial tem muito mérito, como tem o atingir o topo na ciência, na universidade, na cultura, nas artes. Portanto, deve ser naturalmente reconhecido”, declarou o chefe de Estado.

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas no final da cerimónia de inauguração do Auditório Machado Macedo, na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova Lisboa. Questionado sobre as críticas a esta nomeação do antigo primeiro-ministro e ex-presidente da Comissão Europeia para um cargo num dos maiores grupos financeiros mundiais, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: “Isso já não compete ao Presidente da República avaliar.”

“O Presidente da República gosta de ver portugueses reconhecidos em lugares cimeiros dos vários domínios da atividade profissional, cívica, cultural. E temos de admitir que é um lugar de topo na vida empresarial mundial. Não tenho mais nada a comentar”, acrescentou.

Em declarações ao Observador, Nuno Morais Sarmento, ministro de Estado e da Presidência de Durão Barroso, saiu em defesa do ex-primeiro-ministro. “Mais uma vez é o único português na história que pode ter uma função daquelas. Não há outro português que o possa fazer”.

Morais Sarmento desvalorizou as críticas que foram apontadas a Barroso e elogiou a integridade do ex-líder do PSD. Para o social-democrata, a contratação do antigo presidente da Comissão Europeia é “a confirmação de que é um homem de bem”. “Ninguém deixaria uma instituição daquelas nas mãos de alguém que não o fosse”, reitera.

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