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Carlos Tavares foi convidado por António Domingues para ser um dos 12 administradores não executivos da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e aceitou, avança a edição de segunda-feira do Jornal de Negócios. Tavares é presidente do grupo PSA Peugeot Citroën e já tinha tido cargos de liderança na Renault e na Nissan.

Estes administradores não executivos poderão controlar os atos de gestão da comissão executiva e o objetivo é o de que representem vários setores da economia portuguesa. Entre os nomes que vão integrar esta nova equipa, consta Rui Vilar e Leonor Beleza, que vão ser vice-presidentes do banco.

A notícia surge no mesmo que dia em que Marques Mendes avançou, no comentário político que faz ao domingo na SIC, que o Banco Central Europeu pediu a 8 de junho que os membros do conselho de administração — mesmos os não executivos — tivessem experiência no setor da banca. A informação consta numa carta datada de 8 de junho. O BCE pediu ainda que o conselho de administração não tivesse mais de 15 elementos, ao contrário dos atuais 19.

O Jornal de Negócios apurou que Carlos Tavares vai acumular esta função com a liderança do grupo PSA Peugeot Citroën. Diz a mesma publicação que, em março, os representantes do estado francês no grupo automóvel votaram contra a remuneração de Carlos Tavares, depois de o seu o salário ter duplicado entre 2014 e 2015.

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