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Padre russo faz 34 mil quilómetros em balão de ar quente

Este artigo tem mais de 4 anos

A viagem começou e terminou na Austrália e pelo caminho passou pela Nova Zelândia e América do Sul, percorrendo vários quilómetros pelo Oceano Pacífico e pelo Oceano Antártico.

Fedor escreveu no seu blogue que foi "assustador ir tão para sul e longe da civilização"
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Fedor escreveu no seu blogue que foi "assustador ir tão para sul e longe da civilização"

Getty Images

Fedor escreveu no seu blogue que foi "assustador ir tão para sul e longe da civilização"

Getty Images

Fedor Konyukhov, um padre russo de 65 anos, fez uma viagem de balão, sozinho, durante 11 dias, sem interrupção. Entre 12 e 23 de julho, Fedor percorreu cerca de 34.820 quilómetros num balão a hélio e ar quente. A viagem começou e terminou na Austrália, e pelo caminho passou pela Nova Zelândia e América do Sul, e percorreu vários quilómetros pelo Oceano Pacífico e pelo Oceano Antártico.

No final da viagem, Fedor escreveu no seu blogue que foi “assustador ir tão para sul e longe da civilização. Este lugar parece muito solitário e remoto — sem terra, sem aviões, sem navios”. O balão cruzou o Círculo Polar Antártico, zona abaixo dos 50ºC negativos.

[Veja o vídeo da aterragem do balão, divulgado pelo The Independent]

O piloto dormiu quatro horas por dia durante a viagem, devido à necessidade de confirmações permanentes de todo o material do balão. Para ir à casa de banho, Fedor utilizava um balde. A cabine em que Fedor viajou tinha apenas dois metros de largura.

Na viagem, Fedor acabou por bater o recorde da maior viagem de balão da história. O recordista anterior, Steve Fossett, tinha feito uma viagem de 13 dias, mas mais curta em termos de distância. Segundo o jornal britânico The Independent, a Federação Aeronáutica Internacional ainda não respondeu ao pedido de confirmação do novo recorde.

Fedor Konyukhov, um padre Ortodoxo da Rússia e entusiasta dos balões de ar quente, já tinha ido de balão aos polos Norte e Sul. Apesar de “bater um recorde ser um bónus”, o objetivo de Fedor é “voar por todo o mundo”, explicou John Wallington, o coordenador do voo de Fedor.

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