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Vila Nova de Gaia

Gaia assina acordo para 31,5 milhões de euros de fundos comunitários até 2020

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia anunciou que a autarquia assinou o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) num valor total de 31,5 milhões de euros até 2020.

Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia

JOSE COELHO/LUSA

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, anunciou esta sexta-feira que a autarquia assinou o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) num valor total de 31,5 milhões de euros até 2020.

Os restantes três municípios que não assinaram os PEDU em maio (Gondomar, Matosinhos e Porto) ainda não o fizeram, mas apenas Gondomar continua sem perspetivas de quando é que tal possa acontecer.

“Ao fim de três anos de mandato, sem acesso aos fundos comunitários prometidos desde 2014, vamos ter acesso a 24,5 milhões de euros para financiamento do desenvolvimento sustentável do concelho. A negociação com o Governo resultou em mais sete milhões de euros que serão aplicados em Gaia em projetos essencialmente dedicados à resolução de problemas existentes na rede social”, pode ler-se na mensagem publicada no Facebook de Eduardo Vítor Rodrigues.

Depois de meses de “uma dura negociação em defesa dos interesses de Vila Nova de Gaia” e de, em abril, ter classificado as verbas comunitárias destinadas ao Norte como “exíguas”, tendo recusado a proposta de 24,5 milhões de euros, Eduardo Vítor Rodrigues compromete-se agora com “utilizar os recursos disponíveis com o mesmo rigor com que [tem gerido] a Câmara desde 2013, orientar os investimentos para as necessidades reais das pessoas e das instituições e fazer de Vila Nova de Gaia um motivo de orgulho para todos os gaienses e um bom exemplo de gestão autárquica no contexto português”.

No final de maio, as câmaras do Porto, Gaia, Gondomar recusaram assinar os contratos de financiamento comunitário relativos aos PEDU propostos pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDR-N), agendados pelo Governo para o último dia daquele mês.

Fonte da Câmara de Matosinhos revelou na altura que aquela autarquia também não iria assinar os contratos nem marcar presença na cerimónia de assinatura devido a “uma questão de agenda”.

Nesse mesmo dia, o ministro das Infraestruturas e Planeamento, Pedro Marques, assegurou que o processo de contratos de financiamento comunitário dos PEDU estaria concluído dentro de semanas, depois de resolvidos os procedimentos de negociação e administrativos em falta.

A Lusa contactou hoje a autarquia matosinhense, que respondeu que a assinatura do PEDU local está prevista para o começo de setembro, enquanto fonte da Câmara Municipal de Gondomar disse à Lusa que o documento não foi assinado nem há perspetivas sobre quando é que tal possa vir a acontecer.

Já fonte da Câmara Municipal do Porto disse à Lusa que o PEDU ainda não foi assinado, mas que o assunto está a ser tratado com o presidente da CCDR-N e no “bom caminho”.

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