Rio 2016

Governo de Cabo Verde “espera tudo” dos atletas do país nos Paralímpicos do Rio de Janeiro

O ministro do Desporto de Cabo Verde, Fernando Elísio Freire, disse que o Governo cabo-verdiano "espera tudo" dos dois atletas que vão representar o país nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro.

INACIO ROSA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O ministro do Desporto de Cabo Verde, Fernando Elísio Freire, disse esta quarta-feira que o Governo cabo-verdiano “espera de tudo” dos dois atletas que vão representar o país nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro.

Cabo Verde vai estar representado nos Jogos Paralímpicos, de 7 a 18 de setembro no Rio de Janeiro, por dois atletas, Márcio Fernandes (lançamento do dardo) e Gracelino Barbosa (400 metros barreiras, categoria T20 — deficiente intelectual).

“Nos Jogos paralímpicos temos um campeão do mundo (Márcio Fernandes) e um atleta que está nos oito melhores (Gracelino Barbosa, é sétimo a nível mundial). Portanto, somos um dos melhores do mundo a nível dos paralímpicos. E nos jogos do Rio de Janeiro estamos à espera de tudo”, perspetivou Fernando Elísio Freire.

O ministro, que falava à imprensa durante uma receção da comitiva cabo-verdiana por parte do presidente da república interino de Cabo Verde, Jorge Santos, disse esperar que não aconteça nenhum contratempo, nenhuma lesão e que a competição decorra “dentro da normalidade”.

“Se tudo correr dentro da normalidade, de certeza que teremos motivos para estar muito orgulhosos desses atletas paralímpicos”, salientou. A participação paralímpica cabo-verdiana nos Jogos do Rio de Janeiro acontece menos de um mês após a participação olímpica, entretanto com uma comitiva maior, contando cinco atletas.

Desta vez, com uma comitiva menor (dois atletas), Fernando Elísio Freire não precisou os valores que o Governo disponibiliza para a participação cabo-verdiana, mas informou que, para motivar e incentivar os atletas, o executivo instituiu o prémio de participação olímpica.

Também disse que o Governo tem acompanhado e suportou a preparação dos atletas, tendo feito obras no Estádio Nacional que permitam ter treinos do lançamento do dardo, fazendo com que pela primeira vez os atletas estejam a estagiar em Cabo Verde.

“Demonstra o esforço que estamos a fazer para lhes proporcionar todas as condições. Tendo essas condições agora é esperar que aconteça o melhor”, concluiu Fernando Elísio Freire. Cabo Verde participa nos Jogos Paralímpicos com uma delegação de oito pessoas.

Além dos dois atletas, Cabo Verde vai levar ao Rio de Janeiro dois treinadores, ambos portugueses (Carlos Fernandes e Serafim Gadelho), um fisioterapeuta, o chefe e o subchefe de missão e o chefe da delegação paralímpica, Rodrigo Bejarano, que é também presidente do Comité Paralímpico Cabo-verdiano (COPAC).

A fase de preparação e participação do país nos Jogos está orçado em quase quatro milhões de escudos cabo-verdianos (cerca de 36 mil euros), segundo Rodrigo Bejarano. Esta é a quarta participação seguida de Cabo Verde nos Jogos Paralímpicos, depois de Antenas (2004) com dois atletas, Paulo Tavares e Artemisa Siqueira, Pequim (2008), com Artemisa Siqueira, e há quatro anos em Londres com Márcio Fernandes.

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