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Vídeo. Campanha de Clinton liga Trump a KKK

O novo vídeo da campanha de Hillary Clinton chama Trump de "racista, supremacista e neo-nazi". E até entrevista um apoiante republicano que é membro do Klu Klux Klan. Donald Trump já reagiu.

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Getty Images

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Um vídeo lançado esta quinta-feira pela equipa de campanha de Hillary Clinton sugere que Donald Trump é um candidato para “racistas, supremacistas brancos e neo-nazis”. O vídeo surge depois de o candidato republicano ter adjetivado Clinton de “intolerante”, um assunto que se tornou viral por causa da reação de espanto que uma das apoiantes de Trump exibiu depois da intervenção do empresário.

A equipa de Hillary Clinton terá entrevistado um membro do Klu Klux Klan que diz ser o “Feiticeiro Imperial da Brigada dos Cavaleiros da Noite”. Nas palavras do entrevistado, “o motivo pelo quais muitos membros do Klan gostam de Donald Trump é porque nós acreditamos em muito do que ele também acredita”. A seguir, surgem imagens da bandeira dos Estados Confederados da América, de Trump a acenar a seguir a um discurso e de um apoiante do republicano a fazer o gesto nazi.

O vídeo foi lançado no mesmo dia em que Hillary Clinton iria discursar sobre um movimento político chamado “alt-right”, que é um sistema alternativo às alas mais conservadoras norte-americanas que Trump utilizou no início da sua campanha. No vídeo lançado agora, uma voz descreve esse movimento como “a versão de fato dos movimentos neo-nazis e supremacistas”. Além disso, ataca Steve Bannon, responsável pela campanha de Trump. É que Steve Bannon já foi o diretor executivo da Breitbart News, um meio de comunicação social ligado aos movimentos “alt-right”.

Entretanto, a campanha de Trump já respondeu ao vídeo, escreveu o Politico. Mark Burns, um pastor ligado à campanha do empresário, diz que o vídeo é “um novo golpe baixo nojento” de Hillary Clinton. E prossegue: “Este tipo de retórica e de publicidade repulsiva é revoltante e e completamente inaceitável. Peço a Hillary Clinton que repudie a este vídeo e à sua campanha por este ato doentio que não tem lugar no nosso mundo”.

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