Crise dos Refugiados

G20 apela ao “reforço da ajuda” internacional para enfrentar crise dos refugiados

O G20 apelou ao conjunto dos países mais ricos para "reforçarem a sua ajuda " e melhorarem a "coordenação dos esforços internacionais" para enfrentar a crise dos refugiados.

ALEXEI DRUZHININ/SPUTNIK/KREMLIN POOL/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O G20 apelou, esta segunda-feira, ao conjunto dos países mais ricos para “reforçarem a sua ajuda ” e melhorarem a “coordenação dos esforços internacionais” para enfrentar a crise dos refugiados e “partilharem as correspondentes responsabilidades”.

“Apelamos ao reforço da ajuda humanitária em favor dos refugiados (…) e convidamos todos os Estados, em função das suas próprias capacidades, a intensificarem a sua ajuda às organizações internacionais competentes”, indica-se no texto divulgado no final da cimeira que decorreu em Hangzhou, na China.

O G20, que representa 85 por cento da riqueza mundial, reiterou igualmente o seu apoio a uma mais eficaz “coordenação dos esforços à escala mundial” para enfrentar as “causas profundas da crise dos refugiados” e “partilharem as correspondentes responsabilidades”.

Esta segunda-feira, e citado pela agência noticiosa France-Presse (AFP), e ao interpretar o texto final, um diplomata europeu referiu-se a um compromisso não impositivo. “Existe uma diferença entre compromisso e concretização (…) mas pelo menos isso está incluído” na declaração final, destacou.

“Devemos ter em consideração que se trata de uma questão de soberania, não é uma obrigação, mas a partilha do peso [financeiro] ” está em cima da mesa, considerou a mesma fonte, que optou pelo anonimato.

A guerra na Síria, que provocou mais de 290.000 mortos, motivou a fuga de milhões de pessoas desde março de 2011 e implicou um desastre humanitário que atingiu as fronteiras da Europa.

No domingo, e no decurso da cimeira de Hangzhou, o presidente do Conselho europeu, Donald Tusk, preveniu que as capacidades de acolhimento de refugiados na Europa estão “próximas dos seus limites” e apelou às restantes potências do G20 a assumirem “a sua parte de responsabilidade”.

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