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Jovem desaparecida na Galiza já é procurada em Portugal

Este artigo tem mais de 4 anos

Diana Quer desapareceu sem deixar rasto a 22 de agosto, na Galiza. O acontecimento está envolvido em mistério, já há diversas teorias sobre o desaparecimento. Agora, está a ser procurada em Portugal.

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A família insiste na teoria de rapto, mas as autoridades não descartam a hipótese de fuga

A família insiste na teoria de rapto, mas as autoridades não descartam a hipótese de fuga

Diana Quer, a jovem espanhola que desapareceu sem deixar rasto há duas semanas na Galiza, já está a ser procurada em mais países europeus, incluindo Portugal. Os alertas foram inicialmente estendidos a Portugal e a Itália, e já se expandiram a outros países da Europa. A iniciativa partiu da associação SOS Desaparecidos, que está a divulgar cartazes relativos ao desaparecimento de Diana em várias línguas, através do Facebook. De acordo com o jornal El Español, os cartazes foram divulgados em França, Itália, Bélgica e Suíça. A associação divulgou também um cartaz em português.

A Guardia Civil, contudo, ainda não estendeu as buscas e mantém a investigação em segredo. Apenas a SOS Desaparecidos, uma associação sem fins lucrativos que apoia as famílias de desaparecidos, lançou os apelos. Já o El País cita fontes próximas das operações de busca para garantir que os esforços oficiais de procura pela jovem se deverão estender a outros países entretanto.

Várias teorias foram, para já, sugeridas para explicar o desaparecimento de Diana Quer. A jovem foi vista pela última vez perto de uma feira em A Pobra do Caraminal, na Galiza, onde se encontrava de férias com a mãe e com a irmã. A família insiste que Diana foi raptada, mas as autoridades equacionam até que Diana tenha fugido da família — o contexto familiar tem sido tão conturbado nos últimos tempos que já levou, inclusivamente, a que a mãe de Diana perdesse a custódia da sua filha mais nova, Valeria.

De acordo com o El País, as autoridades espanholas irão, nos próximos dias, efetuar uma reconstituição dos últimos movimentos de Diana, segundo os testemunhos de amigos, familiares e vizinhos. Até agora, são várias as teorias sobre o desaparecimento súbito de Diana, de acordo com o El Español:

Rapto

Na noite de 22 de agosto, Diana regressava a sua casa após um jantar com amigos. Pelo caminho, passou por uma zona de edifícios abandonados e foi abordada por um homem que a chamou. Foi nesse momento que Diana enviou uma mensagem pelo WhatsApp a uma amiga a dizer que estava a ser seguida e que estava com medo. A troca de mensagens foi breve, pois Diana nunca mais chegou a responder à amiga, preocupada com a situação. Às 2h42 comunicava pela última vez.

Fuga por motivos familiares

Dois fatores sustentam esta teoria: um novo movimento registado pelo telemóvel às 3h30 da manhã e as violentas discussões familiares testemunhadas por vizinhos ao longo dos dias anteriores. O registo de telemóvel poderia indiciar que a jovem teve tempo de chegar segura a casa antes de desaparecer de vez, mas a mãe já veio desmentir essa informação. As discussões familiares mantêm-se como um dos principais indícios de que o contexto familiar pode ter motivado a fuga de Diana.

Fuga por motivos sentimentais

Um ex-namorado de Diana explicou numa entrevista que a rapariga “era muito confiante”, e que “ia com qualquer um”. “Penso que se juntou com as pessoas erradas e que tudo acabou mal”, disse o jovem à televisão espanhola Telecinco. O ex-namorado acrescentou também que Diana estava agora com outro rapaz, na Galiza, factos que estão a sustentar a teoria de fuga.

Um acidente

No caminho entre a povoação e a casa de Diana, a jovem poderá ter optado por dois caminhos, numa bifurcação: um passeio pedonal junto ao mar ou uma estrada pelo meio de casas. Por isso, há uma patrulha de barco a efetuar buscas no mar, junto a esse passeio, e também equipas a procurar vestígios na outra estrada. A jovem poderá ter sofrido um acidente durante o caminho.

Homicídio

A hipótese de ter havido um crime no caminho que Diana fazia até casa também é uma das linhas de investigação das autoridades. Forças policiais e exército estão a percorrer os caminhos rurais, antecipando a possibilidade de o autor do crime ter abandonado o corpo da jovem numa dessas zonas. Uma série de voluntários, habitantes da aldeia, estão a ajudar as autoridades nas operações de busca nestas zonas.

Suicídio

Parece ser a hipótese menos considerada tanto pelas autoridades como pelos habitantes, mas as autoridades não descartam a hipótese. O autarca de A Pobra, Xose Lois Piñeiro, explicou ao El Español que não sabe “se estão à procura de um corpo ou de provas. As autoridades não descartam essa possibilidade, mas é duro dizê-lo”. O pai de Diana, por seu turno, descartou por completo a hipótese.

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