381kWh poupados com o Logótipo da MEO Energia Logótipo da MEO Energia
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica. Saiba mais

Logótipo da MEO Energia

Poupe na sua eletricidade com o MEO Energia. Simule aqui.

Obras em 13 escolas vão custar 19 milhões

Este artigo tem mais de 5 anos

Para assinalar a abertura do ano letivo, o primeiro-ministro e 27 outros membros do Governo vão às escolas. Alguns voltam aos locais onde estudaram.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
i

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, assina segunda-feira os primeiros protocolos com nove municípios para obras em treze escolas dos segundo e terceiro ciclos. O investimento previsto, no âmbito do Portugal 2020, é de 19 milhões de euros. Dois dias depois, e para assinalar o novo ano letivo, 28 membros do Governo — incluindo o primeiro-ministro António Costa — voltam à escola. Literalmente.

Segundo o comunicado do Ministério da Educação, os primeiros Acordos de Colaboração para a execução dos investimentos em escolas mapeados no âmbito do Portugal 2020, vão permitir a realização de centenas de obras em estabelecimentos de ensino de norte a sul do país.

Os primeiros documentos a serem assinados, com os municípios do Alto Minho (Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença e Viana do Castelo), correspondem a 13 investimentos em escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico e secundárias, no valor de 19 milhões de euros.

Primeiro-ministro e governantes voltam à escola

As portas das escolas abrem-se entre a nove e 15 de setembro, mas foi o dia 14 o escolhido pelo primeiro-ministro, António Costa, e por 27 outros membros do Governo (15 ministros e 12 secretários de Estado) para voltarem à escola. E literalmente. Alguns vão estar nas escolas onde estudaram, anuncia o Ministério da Educação em comunicado.

1,2 milhões

Mostrar Esconder

Estudantes inscritos neste ano letivo de 2016/2017.

“Do ensino regular, ao ensino profissional e artístico, de escolas em territórios mais ou menos favorecidos, às que apoiam alunos com maiores ou menores dificuldades, são mais de quatro dezenas de estabelecimentos de ensino por onde vão passar elementos de todas as áreas da governação”, refere o comunicado do Ministério da Educação.

Neste ano letivo, pela primeira vez, haverá distribuição gratuita de manuais escolares.

A página está a demorar muito tempo.