O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, assina segunda-feira os primeiros protocolos com nove municípios para obras em treze escolas dos segundo e terceiro ciclos. O investimento previsto, no âmbito do Portugal 2020, é de 19 milhões de euros. Dois dias depois, e para assinalar o novo ano letivo, 28 membros do Governo — incluindo o primeiro-ministro António Costa — voltam à escola. Literalmente.

Segundo o comunicado do Ministério da Educação, os primeiros Acordos de Colaboração para a execução dos investimentos em escolas mapeados no âmbito do Portugal 2020, vão permitir a realização de centenas de obras em estabelecimentos de ensino de norte a sul do país.

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Agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas da rede pública que abrem portas entre 9 e 15 de setembro para o ano letivo 2016/2017.

Os primeiros documentos a serem assinados, com os municípios do Alto Minho (Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença e Viana do Castelo), correspondem a 13 investimentos em escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico e secundárias, no valor de 19 milhões de euros.

Primeiro-ministro e governantes voltam à escola

As portas das escolas abrem-se entre a nove e 15 de setembro, mas foi o dia 14 o escolhido pelo primeiro-ministro, António Costa, e por 27 outros membros do Governo (15 ministros e 12 secretários de Estado) para voltarem à escola. E literalmente. Alguns vão estar nas escolas onde estudaram, anuncia o Ministério da Educação em comunicado.

1,2 milhões

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Estudantes inscritos neste ano letivo de 2016/2017.

“Do ensino regular, ao ensino profissional e artístico, de escolas em territórios mais ou menos favorecidos, às que apoiam alunos com maiores ou menores dificuldades, são mais de quatro dezenas de estabelecimentos de ensino por onde vão passar elementos de todas as áreas da governação”, refere o comunicado do Ministério da Educação.

Neste ano letivo, pela primeira vez, haverá distribuição gratuita de manuais escolares.