Pequeno citadino que veio ocupar o espaço deixado vago pelo 147, o Alfa Romeo MiTo prepara-se para regressar às luzes da ribalta com uma ligeira actualização, da qual fazem parte não somente novos pormenores estéticos, como também uma reformulação em termos de níveis de equipamentos, e uma nova motorização.

Em termos estéticos, as poucas alterações visam aproximar o modelo italiano daquela que é a nova imagem da família Alfa, desvendada com o novo Giulia, com destaque para introdução de uma nova grelha, pormenores em tom escuro nas ópticas, um novo pára-choques traseiro e novas escolhas em termos de jantes. Sem esquecer uma nova cor exterior, Branco Alfa, e um novo logótipo, cujas letras passam a ter a mesma fonte das do Giulia.

Já no interior, as novidades passam pela introdução do sistema de entretenimento Uconnect, novos materiais no tablier e portas, a par de uma nova disposição em termos de níveis de equipamento: a versão de entrada passa a ser a Super, a intermédia a Speciale, e a topo de gama a Veloce.

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Quanto à composição de cada um dos níveis, e embora existam variações consoante o mercado, garantidos parecem estar, de série e logo na versão de entrada, as jantes em liga leve de 16″, aplicações em cromado, ar condicionado, sistema de modos de condução DNA, rádio e o Uconnect.

No capítulo dos motores, destaque para a introdução de um novo 1.3 JTDM-2 a gasóleo, que passa a debitar 95 cv de potência e a emitir apenas 89 g/km de emissões de CO2.

Já disponível em mercados como o britânico, por apurar fica apenas para quando a introdução do “novo” citadino italiano no mercado nacional.