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Cientistas estiveram duas semanas cercados por ursos polares no Ártico

Este artigo tem mais de 5 anos

Um grupo de cientistas esteve durante duas semanas cercado por mais de uma dezena de ursos polares, sem poder sair da estação meteorológica no Ártico, onde se encontravam numa expedição.

É proibido caçar ursos polares na Rússia desde 1956
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É proibido caçar ursos polares na Rússia desde 1956

AFP/Getty Images

É proibido caçar ursos polares na Rússia desde 1956

AFP/Getty Images

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Cinco cientistas estiveram durante duas semanas presos dentro de uma estação meteorológica na ilha de Troynov, no Ártico, devido a uma família de ursos polares que cercava as instalações. Eram dez ursos adultos e quatro crias, que mantiveram a estação sob vigilância permanente, impedindo a equipa de investigadores de sair da ilha.

Um dos cientistas que estiveram encurralados, Vadim Plotnikov, explicava, ainda a partir da ilha, à agência russa Tass: “Uma ursa tem dormido debaixo da janela da estação desde a noite de sábado. É perigoso sair porque estamos a ficar sem meios de assustar os predadores”. Por isso, tiveram de ser canceladas algumas das observações meteorológicas.

O cerco começou no dia 31 de agosto, quando um urso comeu um dos cães da estação meteorológica. Desde aí, o grupo de ursos nunca mais saiu do local, acreditando que haveria mais alimento ali. Entretanto, os cinco cientistas gastaram todos os sinalizadores pirotécnicos que tinham para assustar os ursos e o próximo barco que podia levar-lhes apoio, mais material e cães só chegaria dentro de um mês.

A situação acabou por se resolver quando uma expedição, a Akademik Tryoshnikov, que passava perto da ilha, enviou um helicóptero para Troynov com cães e sinalizadores, e outro material utilizado pelos investigadores que trabalham no Ártico para afastar predadores. De acordo com um responsável das autoridades russas, o trabalho de investigação meteorológica já foi completamente retomado, após o afastamento dos ursos polares das imediações da estação.

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Não é a primeira vez que acontece uma situação destas na ilha de Troynov, “porque os ursos já habitavam na ilha antes de os humanos lá trabalharem”, destaca Vassiliy Shevchenko, líder do serviço que gere as expedições russas no Ártico.

O urso polar, uma das espécies mais ameaçadas de extinção no mundo — sobretudo devido ao degelo das calotas polares –, é protegido pela Rússia, e a sua caça é proibida desde 1956. Há entre 20 mil e 25 mil ursos polares no mundo, sendo que cerca de 6 mil habitam no Ártico russo. Se não tivessem sido apoiados pela expedição, os cientistas conseguiriam libertar-se do cerco no final de outubro, quando as águas junto à costa congelam e o território da ilha se expande. Nessa altura, os ursos iriam para outro lugares à procura de alimento.

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