A parceria entre a FIFA e a revista France Football para a entrega do troféu Bola de Ouro FIFA, que durava há seis anos, chegou ao fim. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, decidiu criar uma distinção independente, sem a participação da publicação francesa.

Foi Gianni Infantino quem, ao chegar à presidência da FIFA, anunciou querer ter um prémio só daquele organismo, à semelhança do que acontece com a UEFA. Assim sendo, a Bola de Ouro será entregue, mas apenas pela revista France Football.

“O acordo contratual ente a FIFA e a France Football expirou. Dissemos à France Football, no início de agosto, que o contrato não seria renovado”, escreveu a FIFA em comunicado.

Desconhece-se, para já, qual será o nome do galardão a atribuir pela FIFA. E também não se sabe se será criado um novo prémio ou se se recicla o prémio do Melhor Jogador do Mundo da FIFA, entregue entre 1991 e 2009 — antes da parceria com a revista.

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A distinção, que em 2015 foi atribuída ao argentino Lionel Messi, será definida pela votação de um colégio de jornalistas, deixando de participar nesta eleição os capitães e técnicos das seleções nacionais. Entre os candidatos à Bola de Ouro de 2016 estão o português Cristiano Ronaldo, o argentino Leo Messi e o francês Antoine Griezmann. Só no início do próximo ano será conhecido o resultado.

Desde a criação do prémio conjunto, em 2010, Messi venceu por quatro vezes (2010, 2011, 2012 e 2015) e Cristiano Ronaldo duas (2013 e 2014).