A Coreia do Sul tem um plano arrojado para a eventualidade de se sentir ameaçada pelo armamento e testes nucleares da vizinha Coreia do Norte: assassinar Kim Jong Un, o líder norte-coreano. Foi isso mesmo que o ministro da Defesa sul-coreano, Han Min-koo, admitiu esta semana, conta a CNN.

Perante o parlamento e questionado sobre se a Coreia do Sul tem tropas prontas para atuar, Han Min-koo foi claro: “Sim, temos esse plano”. E adicionou que o plano seria levado a cabo através do lançamento de um míssil com precisão e capacidade para atingir as instalações do “inimigo”.

A CNN lembra que, em março, a Coreia do Norte deixou um sério aviso de que avançaria com um ataque nuclear em resposta aos exercícios militares conjuntos entre Coreia do Sul e Estados Unidos.

A publicação norte-americana fez ainda uma timeline para medir a escalada do recurso do armamento nuclear nos testes por parte da Coreia do Norte:

  • Outubro 2006: menos de uma tonelada
  • Maio 2009: duas toneladas
  • Fevereiro 2013: 6-7 toneladas
  • Janeiro 2016: 4-6 toneladas
  • Setembro 2016: dez toneladas