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Amnistia Internacional incentiva ONU a agir imediatamente sobre o massacre em Alepo

Este artigo tem mais de 5 anos

A Amnistia Internacional declarou, esta quarta-feira numa reunião das Nações Unidas, esperar uma intervenção imediata da ONU no massacre de Alepo, onde o Conselho de Segurança falhou.

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SANA HANDOUT/EPA

SANA HANDOUT/EPA

A Amnistia Internacional defendeu, esta quarta-feira à tarde, numa reunião das Nações Unidas, que a ONU deve intervir, o mais rapidamente possível, nos ataques a Alepo, na Síria, uma vez que o Conselho de Segurança “nada faz” para impedir os bombardeamentos de que a cidade vem sendo alvo.

Novas imagens de satélite mostram a escala de destruição em Alepo, assim como depoimentos de civis encurralados na cidade que evidenciam que o Governo sírio, ajudado pela Rússia — existem munições de fragmentação de fabrico russo — tem atacado casas, hospitais, escolhas, mercados e mesquitas numa estratégia militar para esvaziar Alepo e controlar o lugar.

A inação do Mundo face à carnificina contínua e flagrantes violações na cidade de Alepo têm de acabar. A Assembleia Geral das Nações Unidas deve mostrar que pode agir, onde o Conselho de Segurança catastroficamente falhou. A credibilidade da ONU está em jogo”, afirmou Lynn Maalouf, diretor adjunto de Pesquisa da Amnistia Internacional.

A Amnistia Internacional afirma que esta é uma situação flagrante em que as regras fundamentais do direito internacional humanitário estão a ser ignoradas.

O cessar-fogo de oito horas anunciado pela Rússia é inadequado. Os Estados membros devem usar a reunião de hoje (quarta-feira) para exigir uma levantamento do cerco, o fim dos ataques ilegais e criar medidas para levar os responsáveis por crimes de guerra à justiça “, prossegue Maalouf.

A população de Alepo vive em constante medo dos ataques diários. Uma ativista local, Soha, descreveu à organização de direitos humanos como é que leva o seu bebé, de apenas sete meses, para todo o lado com receio de perdê-lo.

Sempre que vejo uma mulher ou criança ferida, penso que poderia ter sido eu e o meu filho. Nenhum lugar é seguro em Alepo, cada um de nós é um alvo”, disse.

Soha tinha ainda uma filha de quatro anos, Siham, morta no bombardeio recente. O marido está detido desde 2012.

Vivi toda a minha vida na cidade de Alepo. Perdi a minha filha há seis dias. Uma bomba caiu em frente ao prédio onde ela estava a brincar”, conta Soha.

O Conselho de Segurança da ONU está a passar por um impasse diplomático quanto ao massacre de Alepo, apesar do número de civis mortos aumentar a cada dia. Já esta quarta-feira o exército russo prolongou para 11 horas a “pausa humanitária” que quinta-feira deverá permitir a retirada de civis e de rebeldes da cidade de Alepo, no norte da Síria, alvo desde há semanas de intensos bombardeamentos aéreos.

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