Para quê texto e mais texto. Descubra as diferenças. Só uma dica: o Benfica de Vitória tem mais três golos que o de Hagan (35-7 contra 32-7).

BENFICA DE JIMMY HAGAN

LEIXÕES, 1-0
A ressaca da derrota no Barreiro (golo de Serafim, 1-0) é digerida com um golo de Jordão, aos 71 minutos. Com o empate entre o 2.º (Vitória FC) e o 3.º classificados (Sporting), em Alvalade, o Benfica está a uma vitória de garantir o título de campeão.

VITÓRIA SC, 3-1
Já coroado campeão, o Benfica dá se ao luxo de visitar Guimarães para cumprir calendário. Eusébio faz o primeiro antes do primeiro minuto. Segue-se o 2-0 de Jordão, ainda na primeira parte. Após o intervalo, um autogolo de Vítor Martins (67′) anima o Municipal e é Jordão quem bisa para arredar o suspense de vez.

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FARENSE, 5-2
Na última jornada do campeonato 1971-72, a festa do Benfica é completa. Quatro golos na primeira parte (Diamantino, Artur, Eusébio e Eusébio) reivindicam o estatuto de campeão. Sério e Farias reduzem a diferença, Eusébio faz questão de deixar novamente a sua marca no São Luís. Festival.

BOAVISTA, 3-1
Para a deslocação ao Bessa, na segunda jornada do campeonato 1972-73, o inglês Jimmy Hagan substitui Jaime Graça e Jordão por Vítor Martins e Nené. O Boavista aguenta 10 minutos, até ao golo de Artur Jorge. Após o intervalo, Eusébio festeja aos 53’ e 86’. Pelo meio (68’), Moinhos lá dá uma alegria aos boavisteiros.

U. COIMBRA, 4-0
Recém-promovida, a União não tem arcaboiço para travar o futuro campeão invicto: Jordão, Toni, Eusébio e Adolfo cimentam a larga superioridade benfiquista.

BARREIRENSE, 3-0
Pela primeira vez na época, o Benfica não marca na primeira parte. Parabéns aos barreirenses. O problema é depois: Humberto Coelho e Nené-2.

VITÓRIA FC, 1-0
Em jornada desastrosa para Sporting e Porto, ambos derrotados em casa, por Leixões (1-0) e Vitória SC (2-1), o Benfica estreia-se a ganhar pela margem mínima, no Bonfim, casa do Vitória de Setúbal, então o quarto classificado. Vítor Baptista é o herói da tarde (51’).

U. TOMAR, 2-1
Já com Eusébio de volta ao onze, o Benfica cumpre um terço do campeonato 1972-73 com a décima vitória seguida, golos de Adolfo e Eusébio.

VITÓRIA SC, 2-1
Outro jogo resolvido ao intervalo, em Guimarães: 0-1 de Vítor Martins (8’), empate de Custódio Pinto (13’) e bis de Vítor Martins (36’).

CUF, 1-0
A visita ao Barreiro é revestida do maior interesse. O Estádio Alfredo da Silva está à pinha e só um golo de Eusébio em cima do minuto 90′ mantém a carreira cem por cento vitoriosa.

MONTIJO, 1-0
Outra vez Eusébio a garantir os dois pontos, agora aos 50’. Fim da primeira volta, com o Benfica a liderar com oito pontos de avanço sobre o Belenenses (2.o), dez sobre o Sporting (3.o) e 15 sobre o FCP (9.o)

LEIXÕES, 5-1
Início da segunda volta e o Leixões a dar um ar da sua graça, por Esteves (8’). A reação benfiquista é fortíssima: Humberto Coelho, Eusébio, Nené, Vítor Martins e Vítor Baptista.

BEIRA-MAR, 2-1
Jimmy Hagan faz entrar Artur Jorge e é ele quem assina o 2-1 aos 87’, após os golos de Simões (61’) e Alemão (65’).

SPORTING, 2-1
Dérbi em Alvalade com lesão de Vítor Martins aos 25’. Entra Artur Jorge para o seu lugar, que assiste Nené para o 1-0 (26’) e assina o 2-0 (27’). Chico fixa o resultado final aos 38 minutos.

BELENENSES, 2-0
Agora sim, um golo de Eusébio (25’) e outro de Artur Jorge (89’) no Restelo. O Benfica abre uma vantagem de 13 pontos de vantagem. Se ganhar ao Vitória, é campeão a sete jornadas do fim.

FC PORTO, 2-2
É o fim da linha, com o empate nas Antas. O Benfica até se coloca em vantagem em duas ocasiões, a primeira por Nené (15′) e a segunda por Eusébio (57′). Pelo meio, Heredia empata (26′). A quatro minutos do fim, o brasileiro Flávio faz o 2-2 e lá se vai o registo cem por cento vitorioso fora de casa. À 16.ª, é de vez.

BENFICA DE RUI VITÓRIA

VITÓRIA SC, 1-0
Aquele empate a zero na Madeira, com o União, está atravessado. O Benfica tem de reagir para se aproximar dos dois primeiros. Estamos a 2 janeiro 2016 e o Benfica joga em Guimarães antes do clássico Sporting-Porto. Para dar a volta à mini-crise, Rui Vitória lança Pizzi e Renato no onze. É uma dupla estreia. O 0-0 mantém-se teimosamente até aos 74′, quando Renato resolve atirar do meio da rua. A bola embate num defesa e volta para ele. O que faz Renato? Atira à baliza outra vez. Golo, 1-0. Começa aqui a caminhada gloriosa rumo ao tri. E a este recorde.

NACIONAL, 4-1
Pizzi e Renato continuam fixos no onze e o Benfica dá água pela barba no regresso à Madeira. Quer dizer, o Nacional ainda chega ao 1-1 por Soares, só que o goleador Jonas não está pelos ajustes e assina um hat-trick. Para fixar o 4-1, o golo da ordem do grego Mitroglou.

ESTORIL, 2-1
É a jornada do escandaloso 2-2 entre primeiro (Sporting) e último classificados (Tondela), em Alvalade. E a do frango de Casillas em Guimarães a ditar a primeira derrota portista na era Rui Barros. O Benfica visita a Amoreira e ganha com uma cambalhota. Até ao intervalo, vale o golo do brasileiro Leo Bonatini aos 12 minutos. Na segunda parte, a reação tem a chancela de Mitroglou (52′) e Pizzi (67′). O líder Sporting já só está a dois pontos de distância.

MOREIRENSE, 4-1
No último dia de janeiro, o Benfica passeia em Moreira de Cónegos. Vira aos dois, acaba aos quatro. Golos de Jonas (16′), Mitroglou (43′), Jonas (67′) e Gaitán (75′). No último suspiro, Iuri Medeiros diminui.

BELENENSES, 5-0
O 6-0 da primeira volta já indiciara um desequilíbrio notável. No Restelo, o Benfica “só” ganha por cinco num dos raros jogos em que Mitroglou supera Jonas em matérias de golos. Três para o grego, dois para o brasileiro. Como o Sporting empata em casa com o Rio Ave, o Benfica salta para a liderança.

PAÇOS, 3-1
A tremideira acontece com um golo do jovem irreverente Diogo Jota, aos 23′, em resposta ao 1-0 de Mitroglou (13′). O Benfica acusa o golo e é salvo por um penálti assinalado por Jorge Ferreira em cima do intervalo. Jonas marca-o exemplarmente, 2-1. O quarto golo da noite é da autoria do sueco Lindelof.

SPORTING, 1-0
É o jogo do título. Ainda faltam nove jornadas, é bem verdade, só que sente-se o poder decisivo deste dérbi. A poucas horas do início, Júlio César é baixa no onze. Rui Vitória tem de puxar Ederson para a titularidade. Et voilà, nasce uma estrela. Se o Sporting falha dois golos de baliza aberta, por Bryan, o Benfica não precisa que lhe estendam a passadeira vermelha: aos 20′, Mitroglou aproveita um ressalto na área e marca na cara de Patrício.

BOAVISTA, 1-0
O Sporting goleia o Arouca (5-1) e aguarda pacientemente a deslocação do Benfica ao Bessa. Para cúmulo, Rui Vitória nem pode contar com Jardel nem com Mitrogolou. Duas baixas de peso. Quem faz dupla com Lindelof? A aposta recai em Samaris. Para o meio, inventa-se André Almeida para acompanhar Renato. E quem joga no ataque? Jiménez. É um Benfica diferente, mais modesto. É de aproveitar. O Boavista até ameaça a baliza de Ederson, por Rúben Ribeiro. Nada feito. Para se entender o desespero benfiquista, a última substituição de Rui Vitória é a entrada de Jovic, um bósnio de 17 anos com 154 minutos nos bês. Aos 90’+3, o golpe de asa de Jonas. Uma bola mal resolvida pela defesa boavisteira e o remate vitorioso do brasileiro. Está ultrapassado o cabo das tormentas.

ACADÉMICA, 2-1
Outro jogo de nervos. Pedro Nuno adianta a Académica, aos 15′. O Benfica até responde ainda na primeira parte, por Mitroglou (39′). O empate não serve ao líder, porque o Sporting acabara de ganhar 3-1 ao Marítimo. Aos 80′, Rui Vitória lança Jiménez para o lugar de Eliseu. É a mítica substituição do lateral-esquerdo. Coxo, o Benfica chega a vitória com um belo golo do mexicano, aos 85′.

RIO AVE, 1-0
Jiménez, sempre ele. Na hora de desatar o nó, o mexicano é um especialista. Nos Arcos, em Vila do Conde, a força do Rio incomoda o Benfica toda uma parte. E mais um pouco da outra. Aos 67′, sai Mitroglou e entra Jiménez, autor do 1-0 aos 73′, numa embrulhada dentro da área.

MARÍTIMO, 2-0
Na última deslocação da época, em jogo da penúltima jornada, o Benfica volta à Madeira. Parte 3. Aquilo até começa por correr mal, com a expulsão de Renato, aos 37′ (duplo amarelo). O Benfica nunca se desorienta, nem sequer no momento do vermelho exibido por Fábio Veríssimo. Aos 48′, Mitroglou faz o já esperado 1-0. É preciso ver que o Marítimo não faz um único remate à baliza de Ederson e o Benfica é como se fosse um rolo compressor, com duas bolas à trave. O golo do suspiro de alívio é de Talisca, de livre direto, um pouco à imagem daquele ao Bayern, para a Liga dos Campeões.

https://www.youtube.com/watch?v=ApLOLilYDJk

TONDELA, 2-0
O Tondela vai roubar pontos ao Porto (0-0) e até ao Sporting em Alvalade (1-1), só não o consegue fazer ao Benfica, no arranque do campeonato. Lisandro López, que substituíra o capitão Luisão aos 26′, indica o caminho da vitória, aos 39′. Nos descontos (90’+2), André Horta confirma os três pontos.

NACIONAL, 3-1
Aly Ghazal engana-se na baliza e ajuda o Benfica bem cedo, aos 15′. Tobias Figueiredo empata aos 64′ e é aí que o Benfica encarrilha para a vitória, através do suplente Carrillo. No primeiro toque na bola, é golo (2-1 aos 70′). Quem fecha a torneira é Jiménez, a fazer de Mitroglou.

AROUCA, 2-1
O Arouca está de mal a pior. A ressaca europeia faz-lhe mal, muito mal. O Benfica aproveita sem esforço, com dois golos de defesas (Nélson Semedo 16′, Lisandro López 51′). O paraguaio Walter González reduz aos 56′ e é só. O recorde de Jimmy Hagan está quase quase a ser igualado, só falta um jogo.

CHAVES, 2-0
As únicas equipas invictas jogam em Trás-os-Montes e a rifa sai ao mais forte, já a conviver com a ausência de Jonas, melhor marcador do campeonato da época passada. Mitroglou faz o primeiro, aos 69′. Cabe a Pizzi fixar o resultado, aos 84′. Pronto, o recorde de Hagan já não é único.