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Governo quer fechar a torneira da violência doméstica

Este artigo tem mais de 4 anos

Um pingo, atrás de outro. Um som abafado e repetitivo. Incomoda? É esta a questão deixada na nova campanha do Governo sobre violência contra as mulheres.

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MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

“O pingo da torneira incomoda? E a violência na casa ao lado? Vai ignorar até quando?” A nova campanha lançada pelo Governo, através do Gabinete do Ministro Adjunto, em parceria com o Ministério Público e várias organizações não governamentais, assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se assinala esta sexta-feira.

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“Comunidade Ativa contra a Violência” é o desafio lançado pelo Governo. Catarina Marcelino, secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade falou ao Observador e apelou para que a comunidade ajude a “fechar a torneira da violência”.

“Esta campanha pretende chamar a atenção de todos os cidadãos para que sejam mais ativos contra a violência. Quando a torneira pinga temos tendência a fechá-la porque nos incomoda. Queremos apelar à comunidade que quando estiver perante um episódio de violência doméstica, não finja que não se passa nada”, salientou.

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Para a secretária de Estado, o melhor caminho para combater as cifras negras da violência doméstica em Portugal passa, sobretudo, pela prevenção e a educação para a cidadania: “Podemos sempre correr atrás do prejuízo, mas o importante passa por combater estereótipos e preconceitos e aí a educação é a chave”.

Governo estará amanhã em marcha solidária

Amanhã, pelas 18 horas, alguns membros do Governo vão juntar-se a Catarina Marcelino na Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. O Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, a Ministra da Justiça Francisca Van Dunnen e a Ministra da Administração Interna Constança Urbano de Sousa vão caminhar desde o Terreiro do Paço até ao Rossio, em Lisboa, numa das muitas iniciativas que vão ocorrer por todo o país: “Queremos que toda a comunidade diga, em uníssono, não à violência”.

A Associação de Mulheres Contra a Violência, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, a Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, a Cruz Vermelha Portuguesa, o Movimento Democrático de Mulheres e a União de Mulheres Alternativa e Resposta são as organizações não governamentais que se associaram à iniciativa que vai percorrer o país com diversas ações de sensibilização.

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