Tecnologia

“Arrendatário”, “bolçar”, “gambozinos”. As palavras mais pesquisadas no Priberam em 2016

O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa divulgou a lista das palavras mais procuradas em 2016. O ramo imobiliário esteve em destaque com a palavra mais pesquisada.

Priberam

Autor
  • Miguel Videira Rodrigues

O Priberam é uma referência no que toca às dúvidas da língua portuguesa e em 2016 foi batido o recorde do número de utilizadores que acedeu ao portal: mais de 25 milhões.

Além desse marco, o Priberam contou com muitos acessos feitos através de dispositivos móveis, o que vem reforçar a ideia de que estes dispositivos começam a ser cada vez mais fundamentais e uma parte importante do dia a dia da maioria das pessoas.

Como é habitual, o dicionário Priberam da Língua Portuguesa divulgou, esta terça-feira, a lista das palavras mais procuradas em 2016:

Palavras mais pesquisadas

Em Portugal:

  1. Arrendatário – A palavra mais pesquisada está associada, possivelmente, à alteração que ocorreu à lei do arrendamento
  2. Exangue
  3. Resiliência

No Brasil:

  1. Gitana
  2. Resiliência
  3. Saruê

Nos restantes países em que o português é a língua oficial, as palavras mais pesquisadas foram:

  • Angola: amnistia, pormenorizar e reborar
  • Cabo Verde: azáfama, embaixador e biónico
  • Guiné-Bissau: translineação, minúsculas e panorama
  • Guiné Equatorial: PALOP, abordagens e adormecer
  • Moçambique: monopartidarismo, obstar e pasteleira
  • São Tomé e Príncipe: lacuna, apropriação e comprometimento
  • Timor-Leste: mestre, contentores e enumerável

As palavras que foram marcando 2016

O ano de 2016 foi repleto de acontecimentos (bons e maus) que marcaram a vida dos portugueses e se refletiram nas pesquisas online. Para o ilustrar, o Priberam criou O Ano em Palavras, um site que mostra algumas das palavras mais pesquisadas em cada mês com o respetivo enquadramento. Eis três exemplos:

Captura de ecrã 2017-01-03, às 12.44.52

São palavras caricatas que aparecem a marcar o ano de 2016. “Bolçar” foi das mais pesquisadas no mês de Abril devido a um comentário de João Soares.

Captura de ecrã 2017-01-03, às 12.45.12

O fenómeno Pokémon Go marcou o ano de 2016 em várias áreas, incluindo na língua portuguesa. Muitos jogadores devem ter ouvido a expressão “andam atrás de gambozinos” levando-os a pesquisar a palavra que marcou o mês de lançamento do jogo de realidade aumentada.

Captura de ecrã 2017-01-03, às 12.46.31

Os robôs vão ser, mais cedo ou mais tarde, uma realidade. Neste caso, a palavra biónico marcou o último mês do ano por causa de uma história, no mínimo, diferente.

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Inovação

Dados, o novo ouro dos tolos

Miguel de Castro Neto

Os dados em si não possuem valor, o valor decorre do seu uso ou, mais concretamente, quando através do seu processamento somos capazes de criar informação que suporta a tomada de decisão.

Inovação

O papel e o valor das Cidades em Portugal

Bruno Curto Marques

No Portugal do século XXI, a estratégia para as cidades passa menos por escrever e reescrever os tradicionais planos estratégicos de desenvolvimento, e olhar para as cidades de outra forma.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)