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Paulo Macedo vai ter de cortar o vínculo que mantém há mais de duas décadas com o BCP para assumir a liderança da Caixa Geral de Depósitos, uma exigência feita pelo Banco Central Europeu para garantir que não há conflitos de interesses, avança o Jornal de Negócios na edição desta sexta-feira.

O antigo ministro da Saúde integra os quadros do BCP há mais de 23 anos, relembra o mesmo jornal, e queria continuar, mesmo como presidente da CGD, uma posição que terá defendido junto do supervisor europeu, argumentando que esta situação não representa um conflito de interesses à luz da lei e que desde 2011 que não desempenha funções no banco.

Quando regressou ao banco em outubro de 2015, Paulo Macedo ficou como consultor da atual administração, tendo pouco menos de um ano depois sido nomeado para administrador executivo da seguradora Ocidental Vida.

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