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A história do rapaz que vive entre pesadelos em imagens

Este artigo tem mais de 5 anos

Há 7 anos que Nicolas Bruno sofre de paralisia do sono. Os seus sonhos são demoníacos, passa dias sem dormir e vive no limiar da depressão. Aos 23 anos, explicou ao mundo como é a sua vida. Em fotos.

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Desde os quinze anos que Nicolas Bruno, um fotógrafo nova-iorquino de 23 anos, fica paralisado num abismo entre “estar acordado” e “estar a dormir”. Há sete anos que sofre de alucinações e terror extremo à conta de uma paralisia do sono que o levou a crer, na adolescência, que estava a ser “possuído por demónios”. Todos os sonhos se transformavam em pesadelos, sempre protagonizados por silhuetas sem rosto e sombras no lugar de mãos que o tentam abraçar. Agora, embarcou no projeto “Between Realms” para explicar ao mundo o assombro que sente dentro do si. E falou ao Observador sobre ele.

Não é claro o que desencadeou esta paralisia do sono em Nicolas Bruno. Pode ter sido uma depressão, um simples episódio de ansiedade, maus hábitos de sono ou a existência de pouco oxigénio a circular no sangue. “Isto tomou conta da minha vida e começou a destruir o meu bem-estar. Eu não dormia por vários dias seguidos, o que só intensificava os sonhos ainda mais”, explica Nicolas ao Observador. O medo arrastou-o para surtos de insónia e sonhos horríveis que o empurraram para “um poço escuro de depressão”. Só encontrou sossego quando começou a comunicar o seu sofrimento através das suas criações artísticas, o que o fez crescer como profissional: “Encontrar a minha voz através da criação das minhas imagens profundamente pessoais deu-me o impulso de que precisava para ser perseverante e crescer como artista”, admite.

Antes era mais angustiante. Tudo começava com um zumbido nos ouvidos, algo parecido a ruído estático ou a uma ressonância. Assim que o ouvia tentava despertar e mover os membros, mas percebia que o corpo não lhe obedecia e que estava preso dentro dele: “Qualquer tentativa de gritar ou lutar piorava a onda de ansiedade e pressionava o meu peito como um saco de cimento”. A seguir, Nicolas começava a sentir “o quarto a pulsar”. Figuras sem rosto saiam dos cantos do quarto e flutuavam para cima dele ou pairavam na sua cama: “Eles usam uma força telecinésica para alterar o espaço, batendo com portas ou derrubando coisas das prateleiras, agarrando-se ao meu pescoço. O quarto começa a encher-se de água e eu sinto-me a sufocar. E começo a ouvir sons de gritos e de sopros estáticos”.

O novo projeto foi libertador para Nicolas porque dá a conhecer ao mundo “os terrores que experimentamos durante o sono”: “Estou dedicado a inspirar os outros a tomar suas experiências esotéricas e traduzi-los em obras de arte que oferecem o que suas mentes oferecem”. E admite que a paralisia do sono é parte do que é e que não pretende ignorá-la: a doença “esculpiu um caminho para expressar minhas visões, ver mais na vida do que acordar e dormir, e deu-me uma missão para compartilhar a minha mensagem com o mundo”.

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