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Marinha Portuguesa

Arsenal do Alfeite inicia em março construção de lanchas salva-vidas

O Arsenal do Alfeite, SA, vai iniciar em março a construção de duas lanchas para reforçar a capacidade de salvamento marítimo, na sequência de um contrato assinado com a Marinha.

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  • Agência Lusa

O Arsenal do Alfeite, SA, vai iniciar em março a construção de duas lanchas para reforçar a capacidade de salvamento marítimo, na sequência de um contrato assinado esta terça-feira com a Marinha, no montante de três milhões de euros.

Segundo o ministério da Defesa, a construção das lanchas da classe “Vigilante II” começa no próximo mês nos estaleiros do Arsenal do Alfeite, SA, e o valor do contrato ascende a três milhões de euros, com IVA, prevendo-se a entrega da primeira em maio de 2018 e da segunda no final do mesmo ano.

O contrato celebrado esta terça-feira com a Marinha é o primeiro em dez anos e dá seguimento ao memorando de entendimento assinado em novembro para a compra de quatro embarcações salva-vidas para o reforço das capacidades de salvamento e socorro marítimo.

Na cerimónia de assinatura do contrato entre o Alfeite e o Governo, o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, afirmou o empenho do executivo em “garantir a ligação” entre a Marinha e o Arsenal do Alfeite, segundo a intervenção divulgada.

“A criação de condições para a assinatura deste contrato demonstra o empenho em garantir a ligação entre a Marinha e o Arsenal do Alfeite, e resulta também da preocupação de capacitar o Instituto de Socorros a Náufragos”, disse.

Marcos Perestrello defendeu que o Alfeite “deve continuar o seu percurso de internacionalização e aumento da carteira de clientes, mas não deve perder de vista a prioridade absoluta de ligação e apoio à manutenção da esquadra da Marinha Portuguesa”.

O governante destacou o reforço do capital social da empresa Arsenal do Alfeite através de uma transferência do governo de 10 milhões de euros no final do ano passado, considerando que “estão criadas as condições” para que o Arsenal amplie a doca seca e realize as obras necessárias à futura reparação de submarinos, incluindo de outras marinhas.

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