Refere a comunicação oficial acerca do modelo que Emerson Fittipaldi tinha o sonho de poder explicar cabalmente quais as sensações por si vividas a bordo de automóveis capazes de ganhar campeonatos. Daí que tenha começado a trabalhar no projecto EF7 Vision Gran Turismo há cerca de três anos, com o intuito de criar um modelo capaz de proporcionar uma nova experiência, e potenciar as capacidades de condução dos amantes dos superdesportivos.

Nesta demanda participaram ainda a Pininfarina e a HWA, a empresa de engenharia criada por Hans Werner Aufrecht, um dos fundadores da emblemática AMG. O resultado é um superdesportivo que será produzido em série limitada, e em que cada exemplar será configurado a gosto do seu proprietário. Proprietário esse que terá ainda direito a um curso de condução supervisionado pelo ex-campeão do mundo de Fórmula 1 e da Indy, e a aderir ao Fitttipaldi Racing Club e aos seus exclusivos eventos – nomeadamente aos track days realizados em vários pontos do globo.

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Tudo isto está ao alcance de uma verba que se prevê ronde o milhão de euros. E da qual faz parte, naturalmente, o próprio EF7 Vision Gran Turismo, com as suas linhas extremamente agressivas e aerodinâmicas, inspiradas na forma de um tubarão, de uma carroçaria assente numa monocoque integralmente construída em fibra de carbono, com roll bars integrados, para um peso final a rondar os 1000 kg.

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O sistema que integra o motor 4.8-V8 aspirado (com cerca de 600 cv e 420 Nm, e capaz de fazer 9.000 rpm), a caixa sequencial de seis velocidades, o diferencial autoblocante e os travões é da responsabilidade da HWA, que também deverá assegurar a produção do EF7 Vision Gran Turismo.

As prestações não foram anunciadas, nem sequer se o veículo irá conhecer uma versão autorizada na via pública. Certo é que as bacquets em carbono não dispõem de regulação, ao contrário da pedaleira e do volante, este último com patilhas de comando da caixa integradas e sistema de remoção rápida, tal e qual como modelos de competição.