General Motors

General Motors em “dieta”. Há que apertar o cinto

Vendida a Opel/Vauxhall à PSA, o “emagrecimento” da General Motors não deve ficar por aqui. Menos modelos e uma reavaliação dos mercados internacionais podem ser os próximos passos.

Autor
  • Francisco António

Pressionada pela queda dos resultados, inclusivamente no mercado norte-americano, e agora já livre dos encargos com a divisão europeia, traduzida nas marcas Opel e Vauxhall, a General Motors (GM) promete não ficar aqui. Segundo revelou a CEO do gigante norte-americano, Mary Barra, são necessários ainda mais esforços, nomeadamente nos mercados internacionais, assim como uma reformulação da oferta em termos de modelos.

Em declarações reproduzidas pelo Automotive News, Barra reconheceu que “ainda existe algum trabalho a fazer em termos de mercados internacionais”. Significa isto que, de acordo com a filosofia adoptada pela companhia, “todo e qualquer mercado, assim como todo e qualquer segmento, tem de apresentar resultados que cubram os seus custos”.

Mas a ordem de contenção não deverá limitar-se a uma redução do investimento da GM em alguns mercados internacionais. O mesmo deverá suceder com determinados modelos. Sendo que, na base da escolha, estará o potencial de lucro e o peso desses modelos ou mercados. No entanto, tanto Mary Barra, como o presidente da GM, Dan Ammann, recusaram precisar quais os investimentos, modelos, ou até mesmo marcas, que poderão vir a ser atingidos por esta nova “estratégia”, quando questionados pelos jornalistas.

Ainda assim, a CarAdvice avança que a GM pode vir a cortar investimentos em segmentos como o dos citadinos ou o dos sedans maiores, os quais registam actualmente fortes quedas nos EUA. Outra das possibilidades é o construtor optar por prolongar o ciclo de vida dos seus modelos, adiando o lançamento de novas gerações, como forma de reduzir custos.

Com essa poupança, a GM poderá vir a reforçar a aposta no lançamento de uma nova pick-up de grandes dimensões, que tanta procura tem no mercado americano, assim como em novos SUV. Isto, além do possível reforço em tecnologias como a condução autónoma, em mercados como a China, em soluções com a GM Financial ou ainda em marcas de luxo como a Cadillac.

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