Tabaco

Consumo de medicamentos para a cessação tabágica aumentou 52% em janeiro

O consumo de medicamentos para a cessação tabágica aumentou 52% em janeiro, face a igual período de 2016, um aumento para o qual contribuiu a comparticipação pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 37% do seu custo.

MARIO CRUZ/LUSA

O consumo de medicamentos para a cessação tabágica aumentou 52% em janeiro, face a igual período de 2016, um aumento para o qual contribuiu a comparticipação pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 37% do seu custo.

Dados do Ministério da Saúde, que cita a autoridade que regula o setor (Infarmed), indicam que o número de embalagens consumidas de Champix (medicamento com a substância ativa vareniclina, auxiliar na cessação tabágica em adultos) aumentou 52% em janeiro deste ano, face a igual período do ano anterior. Em 2016, registou-se um aumento de 14% de embalagens consumidas face a 2015.

O Ministério da Saúde sublinha o efeito da redução do custo deste medicamento — que desde janeiro é comparticipado pelo Estado em 37% – considerando que esta “permitirá atingir estratos da população economicamente mais carenciados, para os quais a barreira «preço» é naturalmente mais significativa e potencialmente impeditiva da decisão de parar de fumar”.

Em relação ao número de consultas de cessação tabágica, estas aumentaram 14% em 2016, em relação ao ano anterior, sendo esse aumento mais evidente no Alentejo (mais 40%) e no Norte (38%). Em 2016, foram efetuadas 18.034 consultas de cessação tabágica (15.814 em 2015).

O Ministério da Saúde assegura que no final do ano passado existia, pela primeira vez, “uma consulta aberta de cessação tabágica em todos os Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) do país, de forma a aumentar a acessibilidade”. No último dia do ano, existiam 157 locais de consulta nos cuidados de saúde primários: cinco na Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, 13 na ARS Algarve, 49 na ARS do Centro, 32 na ARS de Lisboa e Vale do Tejo e 58 na ARS do Norte.

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