Camarões

Há uma nova espécie de camarão: vai chamar-se Pink Floyd

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Uma nova espécie de camarão, descoberta na costa do Pacífico no Panamá, foi batizada com o nome de uma das mais emblemáticas bandas de rock: Pink Floyd.

O estudo contou com a participação da Universidade de Goiás, no Brasil, da Universidade de Seattle, nos EUA e da Universidade de Oxford, no Reino Unido

Uma nova espécie de camarão, descoberta na costa do Pacífico no Panamá, foi batizada com o nome de uma das mais emblemáticas bandas de rock: os Pink Floyd, revelou um estudo publicado pela revista científica Zootaxa. Sammy de Grave, um dos principais autores da investigação, zoólogo do Museu de História Natural da Universidade de Oxford e fã incondicional da banda britânica, admitiu que foi grande responsável pelo nome da espécie – de nome científico Synalpheus pinkfloydi -, acrescentando ainda que já estava à espera de uma oportunidade destas há muito tempo, conta o The Telegraph.

Eu ouço Pink Floyd desde que o [álbum] “The Wall” foi lançado em 1979, quando tinha 14 anos. Ouvi-os a tocar várias vezes, inclusive no Hyde Park para o Live8 em 2005. A descrição desta nova espécie de camarão foi a oportunidade perfeita para honrar finalmente a minha banda favorita”, afirmou Sammy de Grave.

Mas esta não foi a primeira vez que Sammy nomeou uma espécie de crustáceo com o nome de uma banda musical, de acordo com a BBC. O investigador já tinha dado o nome de Mick Jagger, a grande estrela dos Rolling Stones, a outro tipo de camarão, os Elephantis jaggerai.

Os camarões Pink Floyd pertencem ao género “camarão-pistola”, conhecidos por fecharem uma das suas pinças e criarem assim uma bolha de alta pressão que, ao difundir-se, provoca um dos sons mais altos do oceano, capaz de atordoar ou mesmo matar um peixe mais frágil e mais pequeno. Durante milésimos de segundo, a bolha criada pelo camarão pode ainda rondar os 4.500 graus de temperatura, quase tão quente como a superfície do sol.

Imagem das pinças do camarão, disponibilizada a partir da revista Zootaxa

O estudo contou com a participação da Universidade de Goiás, no Brasil, da Universidade de Seattle, nos EUA e da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

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