República do Congo

Funcionários da ONU na República do Congo feitos reféns por ex-combatentes do Sudão do Sul

Antigos rebeldes do Sudão do Sul fizeram reféns 13 membros da missão das Nações Unidas num campo de refugiados no leste da República Democrática do Congo.

Independente desde 2011, o Sudão do Sul mergulhou desde o final de 2013 numa guerra civil

BEATRICE MATEGWA / UNMISS / HAND/EPA

Antigos rebeldes do Sudão do Sul fizeram reféns 13 membros da missão das Nações Unidas num campo de refugiados no leste da República Democrática do Congo (RDC), anunciou esta terça-feira um responsável da ONU, sob anonimato.

A organização está a negociar para tentar obter a libertação dos funcionários da missão das Nações Unidas na RDC (Monusco), de acordo com o mesmo responsável. “Nós podemos confirmar que alguns membros da Monusco estão atualmente retidos num campo por antigos combatentes, em Munigi, no leste da RDC”, explicou a mesma fonte. “A missão trabalha para resolver a situação”, disse.

Cerca de 530 antigos rebeldes do Sudão do Sul, que fugiram dos combates na capital do seu país, Juba, vivem neste campo. Os responsáveis das Nações Unidas não divulgaram as nacionalidades dos funcionários envolvidos na situação.

Os antigos combatentes, que foram desarmados à chegada ao campo, exigem há meses serem transferidos para o Uganda, Quénia ou Etiópia. A maioria pertencia ao grupo que se opunha ao antigo vice-presidente do Sudão do Sul, Riek Machar, que combateram as forças leais ao Presidente, Salva Kiir.

A tomada de reféns ocorreu depois de oito combatentes do movimento de apoio a Machar terem sido repatriados para o Sudão do Sul, na sexta-feira. Independente desde 2011, o Sudão do Sul mergulhou desde o final de 2013 numa guerra civil, que fez vários milhares de mortos e cerca de 3,5 milhões de deslocados.

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