A Orquestra Gulbenkian apresentar-se-á em Paris e Barcelona, com os barítonos Thomas Hampson e Bryn Terfel, e os maestros Laurence Equilbey e Gareth Jones, nos meses de fevereiro e abril, com programas que também interpretará em Lisboa.

No dia 5 de fevereiro de 2018, a Orquestra Gulbenkian atuará em Paris, com a soprano Miah Persson, o barítono norte-americano Thomas Hampson e o Coro Accentus, sob a direção da maestrina francesa Laurence Equilbey, no programa dedicado a Dvorak e Brahms, interpretado dias antes no Grande Auditório da Fundação, em Lisboa.

Dois meses mais tarde, a 6 de abril, a Orquestra Gulbenkian apresentar-se-á em Barcelona, no Palau de la Musica Catalana, com o barítono galês Bryn Terfel e o maestro britânico Gareth Jones, num programa dedicado a Wagner, Puccini, Mussorgsky e Donizetti, pouco depois da sua interpretação em Lisboa.

O Coro e a Orquestra também vão fazer uma digressão portuguesa, de junho a outubro deste ano, levando diferentes programas a localidades como Beja, Marvão, Vila Viçosa, Espinho, Monsaraz, Coimbra, Lagoa, Faro e Caldas da Rainha.

Em Fátima, a 13 de outubro, o Coro e Orquestra vão interpretar duas peças encomendadas pelo Santuário de Fátima – “Salve Regina”, de Eurico Carrapatoso, e “The Sun Danced”, do escocês James MacMillan -, a que se juntará a 3.ª Sinfonia de Górecki, composta como um conjunto de três lamentos, inspirados pela música popular polaca.

O concerto terá a soprano Elisabete Matos, como solista, direção da maestrina Joana Carneiro e o programa será apresentado dois dias mais tarde, no Grande Auditório da Fundação, em Lisboa.

Na programação da temporada, a Gulbenkian destaca ainda a presença de “jovens talentos”, com iniciativas como o Prémio Jovens Músicos, a residência da Orquestra Juvenil Gustav Mahler e o projeto Orquestra Estágio Gulbenkian.

As portas do Grande Auditório serão abertas a 2 de setembro, pela Orquestra XXI, composta por músicos em formação, a estudar ou a tocar fora de Portugal, num programa com o pianista Artur Pizarro.

A final da 31.ª edição do Prémio Jovens Músicos, da Antena 2, com direção artística do compositor Luís Tinoco, traduzir-se-á num festival de três dias, de 5 a 7 de outubro, que vai culminar no concerto dos músicos laureados, com a Orquestra Gulbenkian, e a estreia da obra vencedora do prémio de composição Sociedade Portuguesa de Autores/Antena 2.

Para abril de 2018, está programada nova residência artística da Orquestra Juvenil Gustav Mahler, que vai incluir dois concertos dirigidos por Vladimir Jurowski, maestro titular da Filarmónica de Londres (14 e 15 abril).

Este ano a orquestra será acompanhada pelos pianistas Pierre-Laurent Aimard e Tamara Stefanovich assim como pela violinista Lisa Batiashvili.

Aimard e Stefanovich têm vindo a interpretar em conjunto a Sonata para dois pianos e percussão, de Béla Bartók, obra que vão levar ao festival de Espinho, no próximo mês de junho.

A Gulbenkian destaca igualmente os jovens instrumentistas da Orquestra Estágio Gulbenkian, que vão participar em concertos, ao longo da temporada, e acompanhar a Royal Concertgebouw Orchestra, no Prelúdio da ópera “Os Mestres Cantores de Nuremberga”, de Richard Wagner, no Grande Auditório, a 21 de fevereiro.

Dez dias antes, o público terá as portas abertas para as jovens estrelas em ascensão (“Rising Stars”), selecionadas pela rede de salas de concerto da Europa, de que a Fundação faz parte (ECHO).

As transmissões da temporada de ópera do Met, em Nova Iorque, em direto e em diferido, serão igualmente retomadas, com as encenações de “Norma”, de Bellini, “A Flauta Mágica” e “Così fan tutte”, de Mozart, “The Exterminating Angel”, de Thomas Adès, “Tosca” e “La Bohème”, de Puccini, “L’elisir d’amore”, de Donizetti, “Luisa Miller”, de Verdi, “Semiramide”, de Rossini, e “Cendrillon”, de Massenet.

A Orquestra Gulbenkian mantém, como maestrina convidada principal, a finlandesa Susanna Malkki e, como maestros convidados, os portugueses Joana Carneiro e Pedro Neves. O norte-americano Lawrence Foster e o italiano Claudio Scimone, antigos maestros titulares, permanecem como maestro emérito e maestro honorário, respetivamente.

O Coro Gulbenkian conta o suíço Michel Corboz como maestro titular, com Jorge Matta como maestro adjunto e Paulo Lourenço como maestro assistente.

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