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Cá em casa é Dia Mundial da Energia todos os dias

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Hoje, Dia Mundial da Energia, desafiamo-lo a tornar a sua casa mais sustentável e inteligente. Como? Abrindo a porta às novas tecnologias e reduzindo a conta da eletricidade.

Usar racionalmente os recursos naturais. Evitar causar danos ao meio ambiente. Garantir a sobrevivência das gerações futuras. São estes os princípios da sustentabilidade – que o caminho a percorrer para o desenvolvimento económico e social respeite a natureza. E é neste ponto que todos nós desempenhamos o papel principal.

Segundo a APREN (Associação de Energéticas Nacionais), a produção de eletricidade de origem renovável tem vindo a aumentar e, no ano passado, atingiu os 58 por cento contra 42 por cento de origem fóssil. Mas é preciso que o consumidor também acompanhe esta atitude mais sustentável. Atualmente ainda desperdiçamos cerca de 60 por cento da energia que consumimos. É urgente adotar uma atitude mais eficiente e diminuir o consumo de energia nas nossas casas, o que traz duas vantagens óbvias: poupa dinheiro e poupa o ambiente.

A iluminação é um bom ponto de partida. De acordo com a Associação Internacional de Energia, representa quase 20 por cento do consumo mundial de eletricidade. A capacidade de iluminar eficazmente cidades, casas, escolas, hospitais e áreas de lazer é essencial. As novas tecnologias e técnicas de iluminação já oferecem uma série de opções que permitem reduzir, de forma substancial, o consumo.

Dois passos para poupar

Comecemos pelo básico: a lâmpada. LED, sem dúvida. É uma tecnologia reciclável, consome menos cerca de 85 por cento que as incandescentes, dura até 20 anos e o preço – com o aumento da procura – tem vindo a baixar. Em 2016, o mercado de iluminação LED atingiu os 9,6 mil milhões de euros.

Segundo passo: reduzir as luzes que utiliza. Aqui poderá optar por um regulador de intensidade TRÅDFRI da IKEA, que colocará no próprio candeeiro (se ele for de metal) ou pousará no braço do sofá enquanto vê televisão. Se quiser controlar mais pontos de luz em simultâneo, o ideal será o gateway TRÅDFRI que, aliado à aplicação instalada no telemóvel oferecerá ainda a possibilidade de fazer uma iluminação orientada. Ou seja, com um simples toque no ecrã do smartphone poderá apagar a luz da mesa da sala e a do aparador, deixando apenas acesa a do candeeiro de pé que espreita por detrás do sofá (que poderá também tornar mais ou menos intensa), conseguindo assim a luz ideal para ler o seu livro, ao mesmo tempo que economiza no consumo de energia. Através da aplicação TRÅDFRI poderá também desligar todas as luzes com apenas um toque. Por enquanto, a única limitação é que tem de estar em casa para o fazer, mas no final do verão já conseguirá fazê-lo remotamente. Outra opção disponível nesta gama de iluminação inteligente da IKEA, é o sensor de movimento TRÅDFRI. Instalado nos corredores da casa ou numa divisão menos utilizada, fará com as lâmpadas apenas acendam quando existir a presença de alguém, evitando luzes acesas sem necessidade.

Vamos LEDificar a Europa

Mas apesar de toda a publicidade no sentido da criação de uma consciência ecológica – através de cidadãos mais informados e preocupados com o reflexo das suas ações no meio ambiente – ainda existem muitas pessoas que não se aperceberam da elevada ineficiência das lâmpadas convencionais. E das inúmeras possibilidades que o mercado do LED lhes oferece. Com a evolução, esta tecnologia é hoje a melhor opção para quem pretende realizar uma gestão inteligente do consumo energético doméstico – e até mesmo empresarial e público.

É nesse sentido que a associação Lighting Europe, trabalhando diretamente com a Comissão Europeia, estabeleceu como prioridade a utilização de mais inteligência nos sistemas de iluminação, com mais sensores, mais reguladores de intensidade. Além disso, o setor tem de ser mais do que um fornecedor de componentes, apostando em sistemas inteligentes e tecnologia LED para oferecer ao consumidor uma experiência de iluminação de excelência. Com mais qualidade, mais confortável, mais económica e mais sustentável.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

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