Sri Lanka

Sobe para 177 o número de mortos devido a inundações no Sri Lanka

Pelo menos 177 pessoas morreram e 109 outras continuam dadas como desaparecidas no Sri Lanka, atingido desde a semana passada por chuvas que provocaram deslizamentos de terras e inundações.

As forças armadas continuam destacadas nas zonas afetadas, com aproximadamente 1.700 efetivos, transportes militares, helicópteros e dezenas de botes

M.A.PUSHPA KUMARA/EPA

Pelo menos 177 pessoas morreram e 109 outras continuam dadas como desaparecidas no Sri Lanka, atingido, desde a semana passada, por chuvas que provocaram deslizamentos de terras e inundações, indicaram esta segunda-feira as autoridades.

Segundo o mais recente balanço oficial, facultado pelo Centro de Gestão de Desastres (DMC), o número de deslocados diminuiu para 75.236, apesar de a população afetada ter aumentado para 471.542, abrangendo 15 dos 25 distritos do país. Estão também 109 pessoas hospitalizadas e outras 109 desaparecidas. O DMC indica ainda que mais de 2.000 casas ficaram destruídas.

A precipitação amainou no domingo, mas espera-se que as chuvas de monção se intensifiquem nas próximas horas e se sinta, inclusive, a influência de uma depressão tropical situada no Golfo de Bengala, para a qual as autoridades meteorológicas alertaram.

O governo do Sri Lanka lançou um apelo à comunidade internacional em busca de ajuda e solicitou apoio logístico e material às Nações Unidas. As Nações Unidas já anunciaram que enviarão contentores com água e comprimidos para purificar a água, enquanto a Organização Mundial de Saúde deve fornecer medicamentos nas zonas afetadas

As forças armadas continuam destacadas nas zonas afetadas, com aproximadamente 1.700 efetivos, transportes militares, helicópteros e dezenas de botes.

Conseguimos chegar a todas as comunidades afetadas”, declarou à agência France Presse o porta-voz militar Roshan Seneviratne.

Trata-se das piores inundações no Sri Lanka desde 2003, quando 250 pessoas morreram e dez mil casas foram destruídas por chuvas de monção particularmente fortes. A chegada da época de monções ocorre depois de o país ter vivido, em finais do ano passado, uma das suas piores secas em quase meio século.

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