Um espaço multifuncional, conectado e com enfoque na saúde. A julgar pelo estudo de tendências do Instituto Silestone, com base num inquérito feito a mais de 800 espaços de venda de cozinhas em oito países, Portugal incluído, assim será a cozinha dentro de 25 anos.

Segundo o relatório “Global Kitchen: a cozinha doméstica na era da globalização”, a cozinha será capaz de reunir trabalho, saúde, lazer e relação num só espaço — 92,3% dos inquiridos encara a cozinha como lugar de reunião com família e amigos.

As previsões apontam para uma cozinha complementada por técnicas e aparelhos próprios de cozinhas profissionais, incluindo eletrodomésticos inteligentes — tal irá facilitar as compras, mas também o próprio ato de cozinhar.

Na parte do design, em destaque estarão valores como a eficiência e a poupança energética, além da flexibilidade e sustentabilidade dos materiais. É aqui que entram as bancadas multifuncionais, que permitiriam cozinhar diretamente a partir da bancada sem serem precisas placas específicas para a mesma função.

O impulsionamento da saúde, por sua vez, passa pela generalização de métodos de cozinha mais saudáveis e de alimentos cultivados em casa.

São fatores como estes, apresentados pelo estudo em causa, que levam os especialistas a crer que muito será exgido de profissionais nas áreas do design e arquitetura, mas também de sociólogos, nutricionistas e especialistas do meio ambiente e energético.