458kWh poupados com o Logótipo da MEO Energia Logótipo da MEO Energia
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Logótipo da MEO Energia

Adere à Fibra do MEO com a máxima velocidade desde 29.99/mês aqui.

Uma falha na Antártica poderá dar origem ao maior iceberg do mundo

Este artigo tem mais de 4 anos

Uma falha na Península de Antártica poderá dar origem a um iceberg gigante, que poderá ser o maior do momento. Porém, ainda não se sabe quando é que esta separação irá acontecer.

Larsen C merece a atenção especial dos cientistas devido ao seu enorme tamanho, que representa riscos para os navios que navegam pelas rotas marítimas.
i

Larsen C merece a atenção especial dos cientistas devido ao seu enorme tamanho, que representa riscos para os navios que navegam pelas rotas marítimas.

Larsen C merece a atenção especial dos cientistas devido ao seu enorme tamanho, que representa riscos para os navios que navegam pelas rotas marítimas.

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Um dos maiores icebergs do mundo está prestes a ‘descolar-se’ da placa Larsen C, na Antártica. A gigantesca massa de gelo tem o tamanho de Delaware, e pode desprender-se da Península da Antártica “a qualquer momento”, segundo a monitorização que está a ser feita pelos cientistas.

A grande questão que se levanta é: o que vai acontecer quando o iceberg se soltar e começar a ‘navegar livremente’?

Cientistas da Agência Espacial Europeia (AEE) têm estado atentos àquele que será o maior iceberg de sempre, através da missão de Cryosat, um satélite com a missão de observar a Terra. Este já forneceu dados importantes sobre as características vitais desta massa de gelo.

Com a informação de Cryosat, nós temos conseguido mapear a elevação do gelo acima da superfície do oceano e estimar que, caso se torne um iceberg real, terá cerca de 190 metros de espessura e 1,155 quilómetros cúbicos”, disse Noel Gourmelen, da Universidade de Edimburgo, em comunicado.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

A falha, que poderá dar origem a este iceberg, em Larsen C foi observada há dois anos e desde aí tem vindo a crescer significativamente.

Em janeiro, a falha extendia-se por, aproximadamente, 178 quilómetros. No mês passado, os investigadores anunciaram que ela já teria aumentado mais 17 quilómetros, deixando-a ligada à península principal por uma secção de apenas 12 quilómetros. A falha continua a aumentar rapidamente e pensa-se que, em breve, se irá separar da restante plataforma de gelo.

O iceberg mantém-se ligado à plataforma gelada, mas a extremidade externa está a mover-se à sua velocidade máxima. Ainda não podemos dizer quando ele se separará completamente, pode ser nas próximas horas, dias ou semanas”.

Estas separações, conhecidas como ‘calving’, são eventos naturais e normais. Mas, Larsen C merece a atenção especial dos cientistas devido ao seu enorme tamanho, que representa riscos para os navios que navegam por aquelas rotas marítimas.

Anna Hong, da Universidade de Leeds, disse que ainda não se tem a certeza do que vai acontecer com este possível iceberg.

Ele pode, de facto, despedaçar-se depois de se soltar. As correntes oceânicas podem arrastá-lo para Norte, até às ilhas Falkland. E, se assim for, isso pode representar um perigo para os navios em Drake Passage”, disse Hong, citada pela BBC.

Jonathan Kingslake, um especialistas em glaciares na Universidade de Colúmbia, acrescentou à Newsweek que as plataformas de gelo agem como uma garrafa de cortiça, mantendo o gelo na Terra. “Se uma área de gelo desaparecesse, o gelo na Terra começaria a flutuar mais rápido”.

É isto que provavelmente vai acontecer ao Larsen C, o seu par, o Larsen B desintegrou-se em 2002, depois de ter passado por um fenómeno semelhante.

A página está a demorar muito tempo.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Este artigo só pode ser lido por um utilizador registado com o mesmo endereço de email que recebeu esta oferta.
Para conseguir ler o artigo inicie sessão com o endereço de email correto.