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O complexo do Banco de Portugal (BdP) no Carregado — os cofres onde é guardada metade da reserva de ouro da instituição e onde são produzidas as notas de euro — foi admitido como um potencial alvo de um ataque em que seja usado o armamento de guerra furtado dos Paióis Nacionais de Tancos, há uma semana, refere o Correio da Manhã. Fonte da GNR ligada à segurança da instituição refere que nível de alerta não foi alterado.

Segundo o diário, o cenário de um ataque aos cofres do BdP foi discutido numa reunião entre polícias, militares e serviços secretos esta quarta-feira convocada para analisar as consequências do furto de mais de 50 quilos de explosivos, granadas e lança-rocktes de Tancos.

A segurança do complexo é assegurada por militares da Unidade de Intervenção da GNR. Uma fonte dessa unidade garante ao Observador que não houve “qualquer alteração” às operações de segurança daquele espaço — dada a sensibilidade do edifício, a GNR mantém, de forma permanente, um nível de resposta elevado. O dispositivo não foi reforçado e as operações de vigilância mantém-se como estavam antes do assalto da semana passada. Ao Correio da Manhã, a própria instituição disse que “não alterou, em nada, as suas medidas de segurança no complexo do Carregado”.

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