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Dacia

O eléctrico mais barato de sempre pode ser… Dacia?

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Que a Dacia é a marca low-cost da Renault não é novidade. Que aposta em produtos acessíveis, mas fiáveis, também não. Agora, que até já pensa em eléctricos baratinhos é novo (e saúda-se).

Autor
  • Francisco António

Numa altura em que o futuro próximo da Dacia surge centrado no lançamento da nova geração daquele que é um dos seus modelos de maior sucesso, o SUV Duster, os mais recentes acontecimentos políticos em França – com o anunciado fim da comercialização dos automóveis a gasolina e diesel no país, até 2040 – podem, afinal, vir a abrir novos e inesperados horizontes para a marca low-cost da Renault. Nomeadamente, levando a que esta acabe por também entrar na corrida eléctrica, com a disponibilização de modelos ecologicamente mais sustentáveis já no virar da década.

O assumir desta possibilidade foi feito, em declarações à publicação Digi 24, pelo director comercial da Renault Roménia, país de onde é originária também a Dacia. Com Hakim Boutehra a reconhecer que “a maior tendência que actualmente se vive no sector automóvel, a nível mundial é, sem dúvida, a conectividade, os automóveis eléctricos e os carros autónomos”.

A Dacia vai ter de marcar presença nessa transição para o futuro. O ano de 2040 está ainda longe, mas não tão distante quanto isso, sendo que nós temos já planos delineados nesse sentido”, afirmou o mesmo responsável.

Depois de todo um percurso feito com o foco centrado na oferta de automóveis acessíveis, as palavras agora proferidas por Hakim Boutehra levam a crer que, a enveredar pela mobilidade eléctrica, a marca romena não deixará de o fazer de uma forma e com produtos, ainda assim, mais acessíveis.

Ficando por apurar se o primeiro passo será dado através do lançamento de variantes de best-sellers como o Sandero ou o Duster, ou se, pelo contrário, acontecerá com recurso a um modelo totalmente novo – se bem que o mais provável seja mesmo que tal venha a acontecer com o fabricante romeno a aproveitar muito do know-how e estratégias que a “marca maior” do grupo, ou seja, a Renault, vier a desenvolver.

Aliás, como a marca do losango detém já subcompacto eléctrico mais vendido na Europa, o Zoe, bem vistas as coisas e até por uma questão de custos, a Dacia poderá optar por criar uma versão mais acessível deste mesmo modelo.

Ainda sobre a possibilidade de a marca romena vir a contar, na sua oferta, com uma ou mais propostas eléctricas, basta recordar as palavras do homem-forte da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, que, há cerca de quatro anos, afirmava: “Não existe nada que proíba a existência de um Dacia eléctrico no futuro. No dia em que essa procura surja, é claro que estamos em condições de responder positivamente, produzindo-o”.

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