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Uma nova forma de ver a Amazónia sem sair de casa

Este artigo tem mais de 3 anos

Apesar de distante em quilómetros, a Amazónia está agora mais perto através da plataforma Voyager, do Google Earth. Aventure-se e descubra as histórias que esta floresta tem para contar.

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A Amazónia, situada na América do Sul, é responsável por 20% da produção de oxigénio do planeta e é o habitat natural de uma em cada dez espécies de todo o mundo

A Amazónia, situada na América do Sul, é responsável por 20% da produção de oxigénio do planeta e é o habitat natural de uma em cada dez espécies de todo o mundo

A Amazónia tem um importância fundamental para o planeta, através do ar que respiramos, da água que bebemos ou dos ingredientes que fazem parte dos medicamentos que usamos. Agora, é possível explorar esta ligação à grande floresta americana através da Voyager, uma plataforma do Google Earth.

São 11 histórias interativas que remetem para diferentes partes da floresta amazónica e são contadas pelos povos que lá vivem. Fernando Meirelles, produtor de cinema brasileiro, produziu os vídeos.

Através dos vídeos, do mapeamento, do áudio e da realidade virtual 360º, disponíveis em web e mobile, as histórias cobrem uma diversidade de problemáticas que a Amazónia enfrenta.

I am Amazon, no Google Earth

O Instituto Socioambiental brasileiro fez uma parceria com o Voyager para que fosse disponibilizado um atlas das terras indígenas no Brasil e das pessoas que lá vivem. As histórias interativas, contadas nos vídeos pelas próprias comunidades, completam estes mapas.

Povos como os Tembé e os Paiter Suruí, que utilizam tecnologias de monitorização para protegerem os territórios de invasões ilegais e da desflorestação, contam as suas histórias no Voyager. Assim como, os Yawanawá, uma tribo que vive sob a liderança de mulheres.

Almir, líder do povo indígena Paiter Suruí, descobriu as funcionalidades do Google Earth e viu na plataforma uma forma de proteger o património e tradições daquela tribo. Assim, fez uma proposta ao Google, que acabou por dar origem a um mapa on-line dos Suruí, que acabou por se tornar na primeira comunidade indígena a receber fundos para preservar as suas terras.

A tecnologia é um ferramenta importante que nos ajuda a proteger a floresta e a manter vivas as nossas tradições”, disse Ubiratan Suruí, Suruí Indigenous People’s Association.

Depois de Suruí, o projeto abrangeu mais 30 comunidades da Amazónia. Com a adição de territórios brasileiros, existe já um total de 472 territórios registados nestes mapas interativos que começaram a ser trabalhados em 2007.

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