Fernando Medina

Agência do Medicamento. Medina respeita decisão de candidatar o Porto, mas critica o processo

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O Presidente da Câmara de Lisboa diz respeitar a decisão do Governo de fazer a cidade do Porto candidata para instalar a Agência do Medicamento. Mas não respeita a forma como foi feita.

Estava previsto inicialmente que Lisboa seria a escolha do Governo na candidatura

PAULO NOVAIS/LUSA

O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, comentou esta tarde de quinta-feira a decisão do governo de tornar a cidade do Porto candidata à instalação da sede da Agência Europeia do Medicamento (EMA). Medina deu uma entrevista ao Diário de Notícias e à TSF, que será transmitida no próximo domingo.

A decisão do governo é uma decisão política, que respeitamos com naturalidade, esperemos que seja uma candidatura forte, que seja para ganhar, que é o objetivo mais importante”, disse Fernando Medina.

Estava previsto inicialmente que Lisboa seria a escolha do governo. Fernando Medina mostrou-se compreensivo pela decisão uma vez que “Lisboa tem duas agências, o Porto não tem”.

Não veria bem era se o governo tomasse uma decisão de um local sem nenhuma condição só por questões políticas e que não tivéssemos uma candidatura forte como país”, disse.

O autarca garantiu ainda que “vai fazer tudo para que o país ganhe este investimento” e deixou claro que esse é o seu objetivo. Fernando Medina realçou a necessidade de se “puxar pela economia do país” .

Faremos o nosso melhor para dentro dos nossos recursos ajudar o país a ser bem sucedido”, defendeu Medina.

Fernando Medina deixou também uma crítica: “O processo não foi particularmente bem conduzido por parte do governo”. O autarca defende que “o governo não se apercebeu de imediato que o Porto também reuniria as condições, apercebeu-se só depois, neste momento”.

A escolha da cidade do Porto para candidata a receber a sede da EMA foi feita esta quinta-feira, em Conselho de Ministros.

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