Modelo que marca o regresso da marca da oval ao mundo exclusivo dos superdesportivos, o Ford GT estará a viver atrasos na produção. Razão pela qual algumas das unidades com data de entrega inicialmente já estipulada poderão vir a ser entregues mais tarde do que o oficialmente comunicado.

Na base desta situação, avança a edição norte-americana da Automotive News, citando informações recolhidas junto do fabricante, estarão problemas com fornecedores e aspectos relacionados com os testes para homologação.

Entretanto, com o intuito de acalmar os espíritos mais ansiosos, a Ford terá já decidido contactar, por carta, os clientes cujos carros sofrerão um atraso na entrega. Informando que “o trabalho artesanal que implica a construção destes veículos, para comercialização nos mercados globais, obrigou a que tivéssemos de reajustar as nossas previsões quanto a prazos”. A carta deverá ser assinada pelo director do Departamento de Performance da Ford, Dave Pericak, e pelo director do Marketing Global, Henry Ford III.

No entanto, apesar de assumir o atraso, o fabricante norte-americano não avança uma data específica para a entrega do superdesportivo. Refere apenas que, no prazo máximo de uma semana, todos os clientes conhecerão mais concretamente a dimensão do atraso na entrega das respectivas unidades, o qual deverá, contudo, ultrapassar os três meses.

De resto, a marca também garante ter praticamente concluído o processo que permitirá acelerar o processo de fabrico do GT, com o qual será possível produzir um carro por dia. Isto, tendo como horizonte já definido pelo construtor o fabrico de apenas 250 unidades, até 2020.

A terminar, recordar apenas que o Ford GT é um superdesportivo que tem na base um V6 3,5 litros EcoBoost biturbo, a debitar 647 cv de potência, que lhe permite acelerar dos 0 aos 100 km/h em menos de 3 segundos, com a velocidade máxima a surgir aos 348 km/h. Tudo isto para um preço de arranque pouco acima dos 385 mil euros.