Competitividade

PIB acelera no 2.º trimestre com crescimento homólogo até 3,2%

O Fórum para a Competitividade estima que a economia portuguesa tenha crescido entre 2,8% e 3,2% em termos homólogos no segundo trimestre e entre 0,3% e 0,6% em cadeia.

Dada a "forte aceleração das importações de bens no mês de maio, não é de excluir que o contributo do comércio externo possa desiludir -- daí o intervalo da estimativa"

MÁRIO CRUZ/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O Fórum para a Competitividade estima que a economia portuguesa tenha crescido entre 2,8% e 3,2% em termos homólogos no segundo trimestre e entre 0,3% e 0,6% em cadeia.

Na nota de conjuntura de julho divulgada esta sexta-feira, o Fórum para a Competitividade afirma que os indicadores já disponíveis sobre o segundo trimestre “confirmam uma nova aceleração”, uma melhoria “comum a todos os setores: indústria, serviços, construção e consumidores”.

Tendo em conta a informação disponível, o Fórum para a Competitividade prevê uma aceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre para um intervalo entre 2,8% e 3,2% em termos homólogos e um crescimento entre 0,3% e 0,6% em cadeia”, lê-se na nota.

O Gabinete de Estudos do Fórum para a Competitividade, que elaborou o documento, explica que, neste trimestre, “grande parte do contributo positivo deverá vir novamente do investimento privado e das exportações, que estarão a beneficiar da pujança dos principais parceiros económicos que pertencem à área do euro, e da variação de existências que deverá compensar a queda do primeiro trimestre”.

No entanto, avisam, dada a “forte aceleração das importações de bens no mês de maio, não é de excluir que o contributo do comércio externo possa desiludir — daí o intervalo da estimativa”.

Quanto ao crescimento do PIB para 2017, o Fórum antevê que se possa situar entre 2,5% e 2,8%, sendo que “o primeiro semestre deverá ser o mais forte do ano, com o crescimento médio a rondar os 3%, sendo provável que os próximos trimestres registem uma desaceleração do homólogo, já que o termo de comparação com o final do ano passado será menos favorável”.

Os economistas do Fórum afirmam também que “mesmo o crescimento em cadeia deverá abrandar, já que grande parte do impacto dos estímulos internos (reposição de salários e pensões) e externos (efeito desfasado das políticas do BCE e recuperação europeia) irá diminuir”.

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