A polícia alemã identificou o albergue de refugiados onde vivia o atacante que na sexta-feira matou uma pessoa e feriu seis num supermercado em Hamburgo, na Alemanha, tendo realizado buscas no local.

Um porta-voz oficial da polícia alemã informou este sábado que um comando especial das forças de segurança fez uma operação no local onde estava abrigado o agressor, nascido nos Emirados Árabes Unidos.

Segundo jornais alemães citadas pela Efe, o agressor vivia de forma estável em Hamburgo desde 2015, depois de passar por vários países europeus, sendo que estava registado como refugiado de forma paralela em vários lugares.

De acordo com o ‘Der Spiegel’ e com o ‘Bild’ o pedido de asilo tinha sido rejeitado e a polícia tinha o jovem de 26 anos sob investigação por alegada radicalização.

Uma pessoa morreu esfaqueada num supermercado em Hamburgo onde o jovem de 26 anos, nascido nos Emirados Árabes Unidos, atacou várias pessoas, informou sexta-feira a polícia local.

O indivíduo foi detido pela polícia, chamada ao local, onde o atacante avançou sobre várias pessoas.

Desconhecem-se para já as motivações para este ataque, referiu a polícia.

Atacante era conhecido das autoridades alemãs por se ter radicalizado

As autoridades alemãs afirmaram que o homem de 26 anos era conhecido das autoridades por ser um radical islâmico e por estar instável psicologicamente.

O suspeito, um jovem de 26 anos nascido nos Emirados Árabes Unidos, foi rapidamente controlado por traseuntes e preso depois do ataque em Barmbek, no estado alemão de Hamburgo.

O responsável pela Administração Interna de Hamburgo, Andy Grote, disse que o homem – cujo pedido de asilo tinha sido rejeitado – era conhecido das autoridades por se ter radicalizado, mas que não era considerado perigoso.

Grote disse que a razão do ataque continua ainda por definir, mas acredita que o jovem de 26 anos tenha agido sozinho, uma vez que não são conhecidas ligações a redes extremistas.

Além da pessoa que morreu, o jovem de 26 anos esfaqueou mais pelo menos cinco pessoas. De acordo com Andy Grote nenhum dos feridos corre risco de vida.