O líder da Coreia do Norte fez na terça-feira um pequeno recuo — após semanas de provocações aos EUA e de alegadamente ter mísseis apontados para um ataque à ilha de Guam — dizendo que ia “esperar para ver” o que iam fazer os “tolos dos ianques” antes de qualquer ação militar. O presidente norte-americano, Donald Trump já veio aplaudir a decisão de Kim Jong Un esta quarta-feira no Twitter, dizendo que foi uma decisão “muito sábia” e “sensata“, já que a “alternativa teria sido catastrófica e inaceitável.”

O tweet de Trump vem na mesma linha do que tinha dito esta terça-feira o chefe da diplomacia norte-americana, Rex Tillerson, qao demonstrar a vontade de diálogo com Pyongyang: “Continuamos interessados em tentar encontrar uma maneira de dialogar, mas isso depende dele [do líder norte-coreano].”

O recuo de Kim surge depois de provocações de parte a parte. Donald Trump não se ficou perante várias ameaças norte-coreanas. A 8 de agosto, o presidente dos EUA ameaçou a Coreia do Norte com “fogo e fúria como o mundo nunca viu”, se o país voltasse a ameaçar os Estados Unidos.

As declarações do presidente dos Estados Unidos surgiram depois de um relatório publicado no The Washington Post revelar que a Coreia do Norte terá conseguido diminuir suficientemente a dimensão de uma bomba nuclear de forma a conseguir incorporar o engenho num dos seus mísseis intercontinentais.

Guam, a paradisíaca ilha norte-americana que a Coreia do Norte quer bombardear