Incêndios

O ano de 2017 foi o “mais severo dos últimos 15 anos”, garante comandante da Proteção Civil

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De 15 a 21 de agosto deflagraram 1276 incêndios em Portugal, sendo que os distritos com o maior número de ocorrências foram Porto, Braga e Aveiro, afirma o Comandante Nacional da Proteção Civil.

Cerca de 37% das ocorrências "tiveram lugar no período noturno", disse Rui Esteves no briefing desta manhã em Carnaxide

LUSA

Em apenas sete dias, entre 15 e 21 de agosto, deflagraram 1.276 incêndios em Portugal, sendo que os distritos com o maior número de ocorrências foram Porto, Braga e Aveiro, afirma Rui Esteves, Comandante Nacional da Proteção Civil.

No balanço feito ao final da manhã desta terça-feira em Carnaxide, Rui Esteves indicou que existem cinco incêndios em curso- todos em resolução -, nas localidades de Porto de Mós, Melgaço, Cabeceiras de Basto e Terras de Bouro. No terreno estão 769 operacionais, acompanhados por 242 veículos e quatro meios aéreos.

Santarém, Castelo Branco e Portalegre foram os distritos mais afetados, sendo que os distritos com maior número de ocorrências foram Porto (335), Braga (132) e Aveiro (128). Cerca de 37% das ocorrências “tiveram lugar no período noturno”, acrescenta o comandante nacional.

Durante este período foram assistidas 31 pessoas, entre os quais 24 bombeiros, 2 agentes da GNR e 15 civis. Em termos de feridos, existem 60 ligeiros, dois em estados grave e, a lamentar, a morte de um piloto num acidente de helicóptero.

As forças de segurança detiveram este ano 102 pessoas suspeitas do crime de incêndio florestal, quase o dobro do número registado (53) em 2016.

Desde 1 de janeiro de 2017, reforçou, arderam 166 mil hectares, com 2017 a marcar lugar como o “ano mais severo dos últimos 15 anos”.

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