A pugilista francesa Angélique Duchemin morreu esta terça-feira, aos 26 anos, vítima de embolia pulmonar na sequência de um enfarte, avança o jornal francês Le Monde. Tinha-se consagrado campeã mundial de boxe há três meses.

Duchemin tinha sofrido um enfarte no clube de boxe onde estava a treinar, em Thuir, no sul de França. A campeã foi assistida no local e ainda foi transportada para o hospital, em Perpignan, onde acabou por morrer. O corpo da pugilista vai ser submetido a uma autópsia na cidade francesa de Montpellier.

Laura Flessel, atual ministra do Desporto, expressou através do Twitter, uma “grande tristeza” pela morte da pugilista, dirigindo-se à família e aos amigos de Angélique Duchemin.

Estelle Mossely, campeã olímpica de boxe, lamentou a morte de Angélique Duchemin, através do Twitter, e enviou as suas “condolências à família”.

Também Brahim Asloum, campeão de boxer dos jogos olímpicos de Sidney em 2000 e campeão mundial em 2007, usou o Twitter para deixar uma mensagem à família de Angélique Duchemin. “Obrigado pela coragem, talento e o teu coração enorme”, pode ler-se na publicação.

Angélique Duchemin praticava boxe desde os sete anos e foi duas vezes campeã de França. Em dezembro de 2015, consagrou-se campeã europeia de boxe. No passado dia 12 de maio, conquistou o título de campeã mundial, da Federação Mundial de Boxe, ao vencer a francesa Ericka Rousseau. O pai de Angélique Duchemin, que também praticava boxe, morreu de um ataque cardíaco em 2013, relembra o jornal francês Le Monde.