A 7ª temporada de Guerra dos Tronos chegou ao fim no domingo à noite (em Portugal só na segunda-feira) com apenas sete episódios, em contraste com os habituais dez e os fãs não se contiveram nas redes sociais com a partilha de memes. Já se sabe que a espera pela 8ª temporada deverá ser longa: só deverão estrear novos episódios em 2019.

Podia ser pior: se as temporadas saíssem ao ritmo de escrita de George R.R. Martin, poderíamos esperar quase tanto tempo como o tempo que Daenerys Targaryen demorou a chegar a Westeros.

Se ainda não viu o último episódio, não leia este artigo. Se prosseguir a leitura, não diga que não avisámos.

Um dos momentos mais (in)esperados deste episódio foi a consumação do amor de Daenerys e Jon Snow, que já no sexto episódio nos tinham dado a entender que iria acontecer.

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Durante o envolvimento do Rei no Norte e da Mãe dos Dragões, houve espetadores que repararam na proporção perfeita de… bem… Fibonacci estaria orgulhoso.

Mas esta temporada não girou só à volta de consumações carnais. Foi também marcada pela ambição de Daenerys em ser reconhecida como a legítima rainha.

Também no sexto episódio ficámos a conhecer os dotes olímpicos do Rei da Noite. O desfecho dessa prática desportiva deve ter sido dos poucos momentos que deixou os fãs em lágrimas, mas levou a Equipa Olímpica dos Estados Unidos a pedir informações de forma a entrar em contacto com o Caminhante Branco.

Esta temporada foi altamente criticada pela velocidade a que as personagens se deslocavam. Este esquema ilustra perfeitamente.

Cersei Lannister teve uma sexta temporada difícil… Mas achamos que todos os espetadores sentiram mais pena da perda de Daenerys no sexto episódio desta temporada.

Na mesma noite em que se soube que a Coreia do Norte lançou um míssil que sobrevoou o Japão, não faltaram referências (dentro da febre de Guerra dos Tronos, claro).