A Mercedes tem vindo a rejuvenescer os seus clientes, cativando um número crescente de compradores mais jovens e isso reflecte-se em opções tão simples e tão carregadas de simbolismo – para a marca, é claro – como a estrela da marca o topo do capot do motor.

No mercado americano, o construtor germânico foi forçado a tomar uma decisão em relação a este elemento estilístico, carregado de história, uma vez que no Classe C era cada vez menor o número de compradores que optava pela estrela de três pontas em cima do capot, contentando-se com a que adorna a grelha. Segundo a Mercedes, mesmo comercializando a pequena estrela a 350 dólares, a marca perdia dinheiro, pelo que retirá-la da lista de opções do modelo foi a decisão óbvia.

A estrela no capot, que já tinha desaparecido dos coupés, cabrios e compactos, como o Classe A, é agora um exclusivo das Classe E e S, restando saber até quando. E, já agora, quando será tomada a mesma decisão para o mercado europeu, tanto mais que a mudança para os veículos eléctricos que se aproxima, e que atrairá clientes ainda mais jovens, deverá tornar obsoleta esta memória do passado.