Em declarações à margem da visita guiada à exposição “Tensão & Conflito — Arte em vídeo após 2008”, que inaugura esta terça feira, às 19h00, e abre ao público na quarta-feira, o responsável indicou que aquela “será uma data de celebração”.

“Nesse dia, o público poderá entrar gratuitamente nas nossas exposições, e haverá um programa de atividades que ainda está a ser finalizado”, indicou.

Há um ano, no dia da inauguração, no feriado nacional de 5 de outubro, o recinto e interior do MAAT, na zona de Belém, acolheu mais de 60 mil pessoas, segundo números divulgados na altura pela Fundação EDP.

MAAT. O novo museu de Lisboa quer ser um “miradouro” e uma “experiência”

Cerca de 22 mil pessoas visitaram as exposições na Central Tejo e no novo edifício, desenhado pela arquiteta britânica Amanda Levete, do ateliê AL_A, cuja inauguração aconteceu com uma programação paralela de concertos, exibição de filmes e performances, que decorreram entre as 12:00 e a meia-noite.

O novo edifício abriu com a instalação “Pynchon Park”, da artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster, que ocupava toda a sala oval, e a Central Tejo apresentou “The World of Charles and Ray Eames”, sobre a obra dos dois designers, e “Segunda Natureza”, que reunia peças de arte contemporânea portuguesa da Coleção de Arte da Fundação EDP.

O MAAT envolve um espaço global de 38 mil metros quadrados na frente ribeirinha, na zona de Belém, e o novo edifício custou 20 milhões de euros.