O Wildlife Photographer of the Year está de regresso e, enquanto se aguarda pelo resultado final, o júri já desvendou 13 das imagens favoritas. Fotógrafos de todo o mundo embrenharam-se em desertos, florestas tropicais e parques naturais para descobrir e retratar as vicissitudes da vida selvagem espalhada pelo mundo. Encontraram progenitoras a ensinar as crias a caçar, tigres amputados e águias completamente encharcadas. Uma destas fotografias vai ser considerada a melhor imagem de vida selvagem deste ano.

Os vencedores só serão anunciados numa cerimónia a 17 de outubro, mas três dias depois as fotografias já estarão em exibição do Museu da História Natural (Londres, Inglaterra). Todas essas imagens, explica o júri do concurso que completa sete anos em 2017, “promove a consciência da beleza e fragilidade do mundo natural”. Quem melhor cumprir esta missão ganha até 11 mil euros, uma viagem a Londres para assistir à cerimónia de entrega de prémios e um certificado personalizado.

O ano passado, o concurso Wildlife Photographer of the Year foi conquistado por Tim Laman, um fotojornalista de vida selvagem e biólogo norte-americano que foi até à Indonésia captar um orangotango a trepar o tronco de uma figueira. Para Lewis Blackwell, membro do júri do concurso, esta é uma imagem importante, porque “este orangotango escala uma árvore emergente num habitat cada vez mais minguante”. Na categoria “Juventude” — o concurso premeia em separado os fotógrafos com menos de 18 anos — o vencedor foi o britânico Gideon Knight, que encontrou um corvo e fotografou a silhueta do pássaro em contraluz com a luz refletida pela lua. Para o júri, “se uma imagem pudesse ser um poema, seria assim”.

Veja as imagens preferidas do concurso deste ano na fotogaleria.