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Fundos Comunitários

Cristas considera “inadmissível” notícias de que Portugal corre risco de perder fundos comunitários

Assunção Cristas considera "inadmissível" as notícias de que Portugal corre risco de perder fundos comunitários. A líder do CDS-PP considera "incompreensível porque o país precisa deste dinheiro".

PAULO NOVAIS/LUSA

A presidente do CDS-PP Assunção Cristas considerou esta quarta-feira, em Pombal, “inadmissível” que Portugal corra o risco de perder fundos comunitários, referindo-se a uma notícia avançada pelo jornal “Público”.

“Então não nos espantamos quando vemos hoje notícias que nos dizem que os fundos têm uma execução tão baixa que há risco de devolver dinheiro a Bruxelas? Isto é incompreensível e inadmissível, porque o país precisa deste dinheiro”, frisou Assunção Cristas, no discurso durante um jantar de apresentação da candidatura de Sidónio Santos à Câmara de Pombal, no distrito de Leiria. A líder do CDS-PP acusou o primeiro-ministro António Costa de “tantas vezes” dizer “uma coisa e fazer tantas vezes o contrário”.

António Costa diz que a qualificação dos portugueses é uma grande prioridade para este Governo, mas eu ando por todo o país, vou às empresas e estamos num concelho com muitas empresas e indústria, a querer trabalhar, a puxar pela nossa economia, pelas nossas exportações e o que dizem é que não crescem mais porque não têm maneira de ter pessoas qualificadas tecnicamente para as suas áreas”, adiantou Assunção Cristas.

Segundo a também candidata à Câmara de Lisboa, as empresas até poderiam “crescer mais”, mas questionam “onde vão buscar pessoas qualificadas”.

“Aos centros de formação profissional e aos cursos que começaram a ser desenhados com o setor empresarial? A resposta é: antigamente ainda tínhamos algumas turmas, agora estão cortadas porque não há fundos comunitários para pagar e para financiar esses cursos. Então onde está a prioridade da qualificação? Onde estão a ser alocados os fundos comunitários?”, perguntou ainda Assunção Cristas.

A presidente do CDS-PP sublinhou que os “empresários precisam desta formação, porque precisam de apoio aos seus investimentos”. “E o que vemos é muita propaganda.”

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