A Critical Software criou uma divisão para Inteligência Artificial e Machine Learning. A tecnológica portuguesa, que trabalha com clientes como a NASA ou as Forças Armadas, aposta num setor que se estima que vá crescer 39 mil milhões de dólares (cerca de 32 mil milhões e meio de euros) até 2020 . O objetivo da Critical neste mercado é aumentar a eficiência na análise e pesquisa de dados nas empresas.

Paulo Gomes, especialista em inteligência artificial com mais de 100 artigos científicos publicados, será o responsável pela divisão. “O nosso objetivo é posicionarmos a Critical Software como líder mundial no desenvolvimento das tecnologias de IA (Inteligência Artificial)”, afirmou em comunicado.

Fundada em 1998 e com sede em Coimbra, a Critical Software é uma empresa à escala global. Com serviços de engenharia de informação para suporte de sistemas críticos orientados à segurança, trabalha com áreas desde aeronáutica e defesa às telecomunicações e saúde. Só em 2016 faturou 30 milhões de euros e teve um crescimento de 18%.

Critical Software cresce 18% e fatura 30 milhões de euros em 2016