Greves rotativas pelo país, uma paralisação nacional e uma concentração em Lisboa são algumas das formas de luta que os médicos ponderam para a segunda semana de outubro, revelou à Lusa fonte da Federação Nacional de Médicos (FNAM).

No final de uma reunião geral de médicos, que decorreu na terça-feira à noite em Lisboa, o presidente da FNAM, Mário Jorge Neves, explicou à agência Lusa que “existe uma predisposição muito forte e uma indignação muito forte por parte dos médicos para enveredarem por formas de luta”.

Os médicos já tinham anunciado em agosto que ponderavam a realização de uma greve em outubro, depois das eleições autárquicas, mas esta terça-feira aquele dirigente sindical especificou algumas das formas de luta: “Greves rotativas pelas várias zonas do país em semanas sucessivas, a culminar numa greve nacional com concentração em frente ano Ministério da Saúde”.