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Nações Unidas

ONU. Primeiro discurso de António Costa alinhado com o de Guterres

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O primeiro-ministro faz o primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, devendo estar muito alinhado com a agenda política apresentada pelo secretário-geral, António Guterres.

OLIVIER HOSLET/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O primeiro-ministro, António Costa, proferirá esta quarta-feira o seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, devendo estar muito alinhado com a agenda política apresentada na terça-feira pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, valorizando o multilateralismo.

“O meu discurso será alinhado com a agenda do secretário-geral das Nações Unidas”, disse aos jornalistas António Costa, em Nova Iorque, sendo depois questionado sobre o estilo muito multilateralista protagonizado pelo antigo primeiro-ministro português.

“O estilo multilateralista não é o dele, mas o das Nações Unidas. É aquilo que desejamos e que é importante reforçar no mundo”, frisou António Costa.

Para o primeiro-ministro, “os grandes desafios que se colocam ao mundo não podem ser resolvidos de uma forma unilateral”.

“Pelo contrário, exige-se cada vez maior cooperação, quer nos espaços regionais [no caso de Portugal na União Europeia], quer entre as diferentes regiões do mundo”, justificou.

António Costa destacou ainda os temas abordados por António Guterres, que serão coincidentes com os da sua intervenção, como o dos “desafios das alterações climáticas e a questão dos oceanos, onde Portugal tem possuído uma posição muito ativa”.

O primeiro-ministro aludiu ainda à “preocupação com as questões das migrações, com as desigualdades e com a promoção da paz”.

António Costa fará o seu primeiro discurso numa sessão anual da Assembleia Geral das Nações Unidas pelas 11:30 locais (16:30 em Lisboa).

Além de Portugal, discursam hoje na Assembleia Geral das Nações Unidas representes de mais 40 países, entre os quais os Presidentes do Irão, África do Sul e do Estado da Palestina ou os primeiros-ministros de Itália, do Japão e do Reino Unido, bem como o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

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